Quando desembarquei pela primeira vez em Calgary com a minha mãe, eu não fazia ideia de como aquela viagem mudaria a minha vida. Ao ver Banff pela primeira vez, me apaixonei — e isso me levou à decisão mais importante que já tomei. Essa combinação de picos intermináveis das Montanhas Rochosas e a incrível hospitalidade das pessoas locais me atingiu com tanta força que decidi me mudar para lá por um ano. Assim começou minha história com o Canadá ocidental.
Morei na agitada Calgary, mas meu verdadeiro lar se tornou Banff, encaixado entre montanhas. Com meu marido (namorado na época), percorremos o trajeto de Calgary até os EUA duas vezes e chegamos até o distante Alasca, retornando depois por Vancouver. Enquanto morávamos lá, cada dia livre era passado nas montanhas.
Mesmo assim, quando alguém me pergunta o que há de melhor para ver por lá, sempre volto ao clássico. O circuito de Alberta, passando pelas montanhas até o Pacífico, é simplesmente imbatível. Com a mão no coração, posso dizer que um road trip pelo oeste do Canadá é a viagem mais linda que você pode fazer na vida.
Preparei para vocês um roteiro e dicas que não saíram de folhetos turísticos, mas dos nossos próprios milhares de quilômetros ao volante, noites passadas na natureza selvagem canadense e muitos cafés tomados em bistrôs locais.

Resumo
- Reserve bastante tempo: Para o trajeto de Calgary até Vancouver passando por Vancouver Island, o ideal são 21 dias. Com 14 dias dá para fazer, mas será bem corrido.
- Imperdíveis: Os lagos turquesa de Banff (Moraine Lake e Lake Louise), a rodovia glacial Icefields Parkway, a natureza selvagem de Jasper e a cidade surfista de Tofino.
- Reservas são obrigatórias: As balsas para Vancouver Island e o transporte shuttle até o Moraine Lake (onde não é mais permitido chegar de carro) devem ser reservados com meses de antecedência.
- Carro e equipamento: Não é preciso um 4×4, as estradas são asfaltadas e em ótimo estado. Conte com a compra do Discovery Pass para entrada nos parques nacionais.
- Quando ir: Julho e agosto são garantia de bom tempo. Setembro é lindo pelas cores outonais e com menos mosquitos, mas as manhãs já podem ser geladas.
Quando é a melhor época para um road trip pelo Canadá ocidental?
O planejamento da data é absolutamente essencial quando se trata da natureza selvagem canadense, porque o clima nas montanhas pode ser imprevisível e o inverno dura bastante. Se você quer ter certeza de que vai atravessar todos os desfiladeiros sem correntes de neve e ver os lagos na sua cor turquesa espetacular, precisa acertar a janela certa — e ela é bem estreita.
A temporada para viajar de carro nessa região vai de maio a outubro, mas com ressalvas. Fora desse período, espere condições de inverno e campings fechados. Os meses mais populares são julho e agosto. Nessa época, as Rochosas estão mais quentes, os dias são longos e todas as atrações turísticas funcionam a todo vapor. O preço disso? Valores mais altos e multidões. Junho é bonito, mas lagos em altitudes maiores, como o Moraine Lake, ainda podem estar congelados no início do mês — eles só ganham aquela cor azul icônica quando as geleiras começam a derreter.
Meu mês favorito para um road trip pelo Canadá ocidental é setembro. O ar é fresco, os mosquitos já deram uma trégua e, principalmente, as árvores começam a amarelar, criando um contraste incrível com as montanhas. Porém, é preciso ficar atento a algumas particularidades. Por exemplo, a famosa estrada até o Moraine Lake fecha com a primeira neve significativa em outubro. A Icefields Parkway funciona o ano todo, mas no inverno pode ficar temporariamente intransitável após tempestades de neve.
Roteiro dia a dia: Das pradarias até o fim do mundo
Montei este roteiro para que vocês vejam o essencial sem se matar de correr. A base são aproximadamente 14 dias de viagem. Se tiver três semanas, simplesmente acrescente dias de descanso em Jasper, Whistler ou Vancouver Island, onde o tempo parece passar mais devagar.
Dia 1: Calgary – Banff
Sua aventura começa com o pouso em Calgary. Depois de pegar o carro alugado no aeroporto, siga direto para o oeste pela Trans-Canada Highway. A mudança de paisagem é dramática e nunca cansa — durante uma hora você dirige por planícies e, de repente, uma enorme muralha de pedra das Montanhas Rochosas se ergue diante de você. Em cerca de uma hora e meia, você cruza o portão do parque nacional e entra em outro mundo. Sua primeira parada será a cidadezinha de Banff. Sim, é turística e movimentada, mas tem um charme inconfundível. Passeie pela rua principal, a Banff Avenue, com a icônica vista da Cascade Mountain. À tarde, não deixe de fazer o circuito ao redor do lago Minnewanka. É um ótimo lugar para o primeiro contato com a vida selvagem local — é comum ver carneiros-das-rochosas pastando à beira da estrada.

Dica de hospedagem: Moose Hotel & Suites – Hotel estiloso no centro de Banff com piscina no terraço e vista para as montanhas. Ponto de partida ideal para explorar o parque nacional.
Dia 2: Banff – Lake Louise e Moraine Lake
No segundo dia, é preciso acordar cedo — e quando digo cedo, é cedo de verdade. Seu destino é o Lake Louise e o Moraine Lake, os dois lagos mais fotografados do Canadá. O estacionamento do Lake Louise costuma lotar às sete da manhã, então, para evitar estresse, use o transporte shuttle a partir do estacionamento na beira da rodovia (reserva obrigatória!). Ainda mais planejamento exige o Moraine Lake, no Vale dos Dez Picos. Desde 2023, não é mais possível chegar lá de carro particular — é necessário reservar o shuttle bus do Parks Canada. A vista da água turquesa com as montanhas ao fundo é tão icônica que vale toda a burocracia. À tarde, você pode subir até a casa de chá do Lake Agnes, onde tomará um chá com uma vista inesquecível.

Dica de hospedagem: Moose Hotel & Suites – Hotel estiloso no centro de Banff com piscina no terraço e vista para as montanhas. Ponto de partida ideal para explorar o parque nacional.
Dia 3: Banff – Yoho National Park – Golden
Hoje você vai sair brevemente de Alberta e dar uma espiada na Colúmbia Britânica, no parque nacional Yoho. É menos lotado que Banff e abriga tesouros como o Emerald Lake, onde dá para alugar uma canoa, e as cachoeiras Takakkaw Falls, entre as mais altas do Canadá. No caminho, você verá uma maravilha da engenharia — os túneis em espiral para trens escavados dentro da montanha. À noite, siga até a cidadezinha de Golden, que é uma base boa e geralmente mais barata para pernoitar antes da próxima grande etapa.
Dica de hospedagem: Moberly Lodge – Lodge aconchegante em meio à natureza perto de Golden. Parada perfeita entre Banff e Jasper com bela vista do Columbia Valley.

Dia 4: Golden – Icefields Parkway – Jasper
Prepare-se para o ponto alto de todo o road trip. Hoje você vai percorrer a Icefields Parkway (rodovia 93) rumo ao norte, em direção a Jasper. Reserve o dia inteiro para essa etapa, porque não é apenas um deslocamento — é uma galeria da natureza a céu aberto. Você vai querer parar a cada cinco minutos. Verá geleiras suspensas sobre a estrada, o lago azul-turquesa Peyto Lake em formato de cabeça de raposa e, claro, a geleira Athabasca. Lá é possível pagar um passeio em veículo especial direto sobre o gelo, mas até a vista do centro de visitantes já tira o fôlego. Aviso importante: não esqueça de encher o tanque antes de entrar nessa rodovia — há apenas um posto de gasolina caro no caminho e sinal de celular é praticamente inexistente.

Dica de hospedagem: The Crimson Jasper – Hotel elegante pertinho do centro de Jasper com jacuzzi ao ar livre e vista para as montanhas ao redor.
Dia 5: Jasper e arredores
Jasper, onde você chegou ontem à noite, é o irmão mais selvagem e tranquilo de Banff. Aqui as chances de encontrar um alce ou um cervo wapiti passeando pelo centro da cidade ou pelo camping são muito maiores. De manhã, vá até o Maligne Lake. No caminho, pare no Maligne Canyon e fique de olho — é um local frequentado por ursos. No lago, você pode fazer um passeio de barco até a famosa Spirit Island, um dos lugares mais fotografados do Canadá, ou simplesmente caminhar pela margem.
Dica de hospedagem: The Crimson Jasper – Hotel elegante pertinho do centro de Jasper com jacuzzi ao ar livre e vista para as montanhas ao redor.
Dia 6: Jasper – Kamloops
Hoje espera você um trecho mais longo rumo ao interior. Deixe as montanhas para trás e siga para o oeste. Pare no Mount Robson, o pico mais alto das Rochosas canadenses. Se tiver sorte e o topo não estiver encoberto por nuvens, é um espetáculo impressionante. Depois, a paisagem muda: as montanhas dão lugar a uma região ao redor de Kamloops que lembra um semideserto. É um contraste interessante com as florestas e geleiras que você viu até agora. Kamloops não é um destino turístico clássico, mas é o lugar ideal para pernoitar e reabastecer.
Dica de hospedagem: DoubleTree by Hilton Kamloops – Hotel confortável com piscina e restaurante, ideal para uma noite na rota entre as Rochosas e o litoral.
Dia 7: Kamloops – Whistler
De Kamloops, continue em direção ao litoral, mas não pela rota mais curta na rodovia. Escolha o caminho pela Duffey Lake Road (Hwy 99). É uma estrada de montanha estreita e sinuosa que oferece vistas incríveis, como o lago Joffre Lakes. Esse trecho exige mais atenção ao volante, mas é deslumbrante. À tarde, você chega a Whistler, a mundialmente famosa estação de esqui que também ferve no verão. Mesmo sem esquiar, suba de teleférico no Peak2Peak, que conecta dois picos em altura recorde.
Dica de hospedagem: Sundial Boutique Hotel – Hotel boutique bem na Village Stroll de Whistler com vista para as montanhas. A poucos passos de todas as atrações.
Dia 8: Whistler – Vancouver
De Whistler até Vancouver, você percorre a Sea-to-Sky Highway. O nome diz tudo — as montanhas despencam direto no oceano e as vistas do fiorde Howe Sound são inesquecíveis. Pare nas cachoeiras Shannon Falls ou suba de gôndola no Sea to Sky Gondola em Squamish. A chegada a Vancouver é uma experiência por si só. A cidade, encaixada entre o oceano e as montanhas, tem uma atmosfera única que você sente assim que avista a silhueta dos arranha-céus.
Dica de hospedagem: L’Hermitage Hotel – Elegante hotel boutique no centro de Vancouver com piscina e próximo às principais atrações da cidade.

Dia 9: Vancouver (passeio pela cidade)
No nono dia, deixe o carro estacionado e explore a cidade. Vancouver é uma cidade excelente para pedestres e ciclistas. Alugue uma bicicleta e percorra o Seawall ao redor do Stanley Park. Visite o bairro histórico de Gastown com seu relógio a vapor e não deixe de ir ao mercado Granville Island Public Market. Se você gosta de alturas, experimente a ponte suspensa Capilano Suspension Bridge no norte de Vancouver. A cidade também é um paraíso para amantes de gastronomia — a culinária asiática aqui é de nível mundial.
Dica de hospedagem: L’Hermitage Hotel – Elegante hotel boutique no centro de Vancouver com piscina e próximo às principais atrações da cidade.
Dia 10: Vancouver – Victoria (Vancouver Island)
Essa é a parte que muita gente mais espera. De balsa, você atravessa até a Vancouver Island. Recomendo fortemente reservar a passagem da balsa (por exemplo, de Tsawwassen para Swartz Bay) com antecedência — no verão, as filas são enormes. Depois de desembarcar, siga para Victoria, capital da Colúmbia Britânica. É uma cidade com atmosfera muito britânica, onde dá para tomar chá da tarde e admirar o prédio do parlamento. Para amantes de flores, os jardins Butchart Gardens são parada obrigatória.
Dica de hospedagem: Hotel Grand Pacific – Hotel de luxo bem no Inner Harbour de Victoria, com vista para o porto e próximo ao parlamento.

Dia 11: Victoria – Tofino / Ucluelet
Hoje a estrada corta a ilha de lado a lado até a selvagem costa oeste. O caminho é sinuoso e longo, mas o destino compensa cada curva. Pare em Cathedral Grove, onde crescem árvores tão antigas e enormes que você vai se sentir do tamanho de uma formiga. Depois, continue pela rodovia 4 até o fim do mundo. Aqui, na região de Tofino e Ucluelet, a estrada acaba e o Pacífico infinito começa. Hospede-se em uma dessas cidadezinhas e absorva a energia mágica do lugar.
Dica de hospedagem: Pacific Sands Beach Resort – Resort à beira da praia de Cox Bay com cozinha no quarto. Ideal para surfistas e amantes da natureza.

Dia 12: Pacific Rim National Park
Dedique o dia inteiro ao parque nacional Pacific Rim. Caminhe pelas longas praias como a Long Beach, onde surfistas de roupa de neoprene deslizam entre a névoa. Visite a floresta tropical na Rainforest Trail, onde passarelas de madeira serpenteiam entre árvores gigantes cobertas de musgo. Tofino também é um ótimo ponto para observação de baleias e ursos-negros que, na maré baixa, procuram caranguejos na costa. É uma beleza crua e selvagem que te absorve completamente.
Dica de hospedagem: Pacific Sands Beach Resort – Resort à beira da praia de Cox Bay com cozinha no quarto. Ideal para surfistas e amantes da natureza.
Dia 13: Tofino – Nanaimo – Vancouver
É hora de se despedir do Pacífico. Volte pelo mesmo caminho atravessando a ilha até o porto de Nanaimo (Departure Bay). De lá, pegue a balsa de volta ao continente, até Horseshoe Bay no norte de Vancouver. Mais uma vez — a reserva da balsa é indispensável. Após desembarcar, hospede-se em Vancouver ou perto do aeroporto para estar pronto para o voo do dia seguinte.
Dica de hospedagem: L’Hermitage Hotel – Elegante hotel boutique no centro de Vancouver com piscina e próximo às principais atrações da cidade.
Dia 14: Vancouver – Voo de volta
No último dia, aproveite para comprar os últimos souvenirs, tomar um café com vista para as montanhas ou dar um passeio à beira-mar antes de ir ao aeroporto devolver o carro e pegar o voo de volta. Para quem viaja do Brasil, os voos costumam ter conexão nos Estados Unidos ou no Canadá (Toronto), então vale a pena planejar bem os horários.
Hospedagem e dicas práticas para uma viagem confortável
Quando você planeja um road trip pelo Canadá ocidental, a hospedagem é um item que não pode ser subestimado. Na alta temporada, os quartos disponíveis em Banff e Jasper desaparecem meses antes e os preços não são nada gentis. Se quiser economizar e não se importar de ficar um pouco mais afastado do centro, procure hotéis em Canmore em vez de Banff, ou em Hinton em vez de Jasper. A diferença de preço pode ser considerável e o parque fica pertinho.
Para entrar nos parques nacionais, você vai precisar de uma permissão. Se planeja visitar vários parques e passar mais de uma semana neles no total (o que acontecerá seguindo este roteiro), vale a pena comprar o Discovery Pass anual. Ele vale para o carro inteiro (até 7 pessoas) e cobre as entradas de Banff, Jasper, Yoho, Glacier e Pacific Rim. Você compra nos centros de informação ou na portaria de entrada do primeiro parque e basta pendurar no retrovisor.
Se quiser experimentar acampar no carro em vez de ficar em hotel, há inúmeras opções excelentes ao longo do caminho. É uma maneira fantástica de economizar e viver uma experiência mais autêntica da natureza selvagem canadense.
Comida e souvenirs: Xarope de bordo e as melhores tortas
O Canadá não é só hambúrgueres e batata frita com molho (poutine) — embora você tenha que experimentar isso também. Pelo caminho, vai encontrar vários restaurantes locais incríveis. Quando estiver saindo de Jasper em direção a Vancouver e passando pela cidadezinha de Hope (sim, lá foi filmado o primeiro Rambo!), faça uma pausa no Home Restaurant. É aquele restaurante clássico de estrada que parece saído de um filme, e as tortas caseiras de lá são as melhores da região toda.
Em Vancouver Island, especificamente em Coombs, procure o Old Country Market. Você reconhece fácil — no telhado do mercado pastam cabras de verdade. E em Tofino? Lá é obrigatório encarar a fila do food truck Tacofino. Os tacos de peixe são lendários. E como sobremesa, busque o “Nanaimo bar” — um doce extremamente açucarado, sem forno, que nasceu justamente na cidade portuária de Nanaimo.
O que levar para casa? O clássico é o xarope de bordo. Compre o que vem em lata — transporta muito melhor. Outro presente ótimo é o salmão defumado em caixinha de madeira, que aguenta a viagem de avião sem problemas. Só, por favor, não compre spray anti-urso (Bear Spray) como souvenir — não vão deixar você embarcar com ele nem na bagagem despachada, pois é considerado arma e material explosivo.
Quanto custa um road trip pelo Canadá ocidental? (Orçamento)
Não vou mentir: o Canadá não é um destino barato, mas cada dólar gasto vale a pena. As maiores despesas provavelmente serão o aluguel do carro e a hospedagem. A gasolina é um pouco mais barata que na Europa, mas considerando as distâncias, você gasta bastante. Para combustível ao longo de um trajeto de 2.500 km, conte com aproximadamente 360 a 400 dólares canadenses (CAD) — algo em torno de 240 a 270 €.
Outro gasto são as balsas. A travessia para Vancouver Island (ida e volta) para um carro e duas pessoas sai por volta de 260 a 300 CAD (cerca de 175 a 200 €). Não esqueça também da entrada nos parques (Discovery Pass custa aproximadamente 167 CAD, cerca de 112 € para o grupo). No total, a viagem não sai barata, mas as experiências que você leva para casa não têm preço.
Tabela resumo da viagem
| Dia | Trecho (De – Para) | Km (aprox.) | Principais atrações |
|---|---|---|---|
| 1 | Calgary – Banff | 130 km | Chegada, Banff Avenue, Lake Minnewanka |
| 2 | Banff e arredores | 50 km | Lake Louise, Moraine Lake (shuttle!), Lake Agnes |
| 3 | Banff – Golden | 100 km | Emerald Lake, Takakkaw Falls, Spiral Tunnels |
| 4 | Golden – Jasper | 310 km | Icefields Parkway, Peyto Lake, Athabasca Glacier |
| 5 | Jasper e arredores | 100 km | Maligne Lake, Spirit Island, Maligne Canyon |
| 6 | Jasper – Kamloops | 440 km | Mt. Robson, mudança de paisagem, trecho longo |
| 7 | Kamloops – Whistler | 300 km | Duffey Lake Road, Joffre Lakes, Whistler Village |
| 8 | Whistler – Vancouver | 120 km | Sea-to-Sky Highway, Shannon Falls, Vancouver |
| 9 | Vancouver | 0 km | Stanley Park, Gastown, Granville Island |
| 10 | Vancouver – Victoria | 115 km | Balsa Tsawwassen-Swartz Bay, Butchart Gardens |
| 11 | Victoria – Tofino | 320 km | Cathedral Grove, Pacific Rim Highway, Ucluelet |
| 12 | Tofino e arredores | 50 km | Long Beach, Rainforest Trail, observação de baleias |
| 13 | Tofino – Vancouver | 200 km | Retorno de balsa de Nanaimo a Horseshoe Bay |
| 14 | Vancouver – Voo | 30 km | Últimas compras, devolução do carro, voo de volta |
Conclusão
Este road trip pelo Canadá ocidental é uma experiência que ficará na memória para sempre. A combinação de montanhas majestosas, animais selvagens, florestas intermináveis e oceano é algo que se grava fundo na alma. Assim como aconteceu comigo, quando estava lá pela primeira vez e não acreditava nos meus próprios olhos.
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