Você provavelmente já tem a Grécia na lista dos sonhos há um bom tempo – casinhas brancas sobre o mar turquesa, jantares à beira do porto, o aroma de queijo grelhado e uma água tão cristalina que dá pra ver o fundo. Só que entre o sonho e a partida sempre tem aquela dose de incerteza prática: quando exatamente ir para não pegar um calor insuportável nem praias vazias, quanto tudo isso vai custar e, principalmente – pegar um pacote ou montar a viagem por conta própria? Foram exatamente essas perguntas que nós dois fizemos antes de começar a percorrer a Grécia ilha por ilha. ☺️
Esta página é o nosso ponto de partida, onde você encontra três coisas: preços atualizados de pacotes e voos, que renovamos toda manhã para você ver números reais e não promoções antigas; nossas dicas de viagens e artigos próprios – para onde ir, o que pular e onde não cair em furada; e um plano de quando e o que reservar, para não pagar mais do que precisa nem nas passagens nem na hospedagem.

O que ver e fazer em Grécia
A Grécia não é só uma viagem – são dezenas de mundos completamente diferentes. Comece pelos clássicos: Santorini, com seus pores do sol icônicos, e Mykonos, para quem quer agito e vida noturna. Se você procura uma ilha grande, onde dá para passar até três semanas, é sem dúvida Creta – montanhas, desfiladeiros e praias infinitas.
- Corfu e Zakynthos no mar Jônico – verdes, com lagoas e a famosa praia de Navagio.
- Rodes, Kos e outras ilhas perto da Turquia – sol, história e temporada longa.
- As Cíclades para pular de ilha em ilha: Paros, Naxos e a fotogênica Milos com a praia de Sarakiniko.
- As Espórades dignas do filme Mamma Mia: Skopelos e Skiathos.
- O norte do mar Egeu e muita tranquilidade: a esmeraldina Thassos e a península de Chalkidiki.
E não se esqueça do continente – muitas vezes subestimado. Os mosteiros suspensos de Meteora são uma das experiências mais marcantes de todo o país, o histórico Peloponeso oferece antiguidade sem multidões e a cosmopolita Tessalônica é uma ótima porta de entrada para o norte da Grécia. Se você ainda está escolhendo, dê uma olhada no nosso panorama de para onde viajar na Grécia.
Quando ir para Grécia
A alta temporada na Grécia vai de junho a setembro, quando está quente, a água está agradável e tudo está aberto. O período mais quente e mais caro costuma ser julho e agosto – é quando o sul passa dos 35 °C e as ilhas ficam lotadas. Se você aguenta o calor e quer garantia de banho de mar, é o clássico; mas nós preferimos mesmo é o começo e o fim da temporada.
Para nós, o ideal é maio, junho e setembro – o mar já (ou ainda) está morno, tem menos gente e os preços são mais amigáveis. Outubro é excelente para conhecer o continente, as cidades e Meteora, quando o calor insuportável já passou. Por outro lado, para uma viagem puramente de praia, o fim de outubro já fica no limite em algumas ilhas.
Um detalhamento do clima mês a mês está no artigo quando ir à Grécia – ele ajuda você a acertar a data conforme o seu objetivo: praia, monumentos ou trilhas.
Tohle jsou zážitky, na které v Řecku nejvíc vzpomínáme – vybrali jsme je z vlastních cest, takže víme, že stojí za čas i peníze:
- Západ slunce na Santorini z Oie – klišé, které ale opravdu funguje. Přijďte s předstihem kvůli místu.
- Výstup ke klášterům Meteora – visuté kláštery na skalách patří k nejsilnějším zážitkům v zemi.
- Skákání po Kykladách trajektem mezi Parosem, Naxosem a Milosem – víc o tom v našem průvodci island hoppingem.
- Lagunová pláž Navagio na Zakynthosu a hledání mořských želv.
- Soutěsky a hory na Krétě – třeba slavná Samariá pro milovníky turistiky.
- Gastro toulky Soluní a ochutnávka řeckých specialit, kterým se věnujeme v článku o řeckém jídle.
Como chegar a Grécia
A forma mais rápida de chegar à Grécia é de avião – de Praga há várias linhas diretas na temporada para Atenas, Creta, Rodes, Corfu, Kos, Zakynthos e Tessalônica, e o voo dura cerca de 2,5–3 horas. Atenas funciona como porta de entrada principal, com voos domésticos e balsas de conexão para as ilhas, enquanto os aeroportos regionais levam você direto para o mar. Fora de temporada, geralmente há conexão (por exemplo, em Viena, Atenas ou grandes hubs europeus).
De carro, você chega à Grécia atravessando Áustria, Hungria e os Bálcãs – conte com cerca de 1 600–2 000 km e dois dias de viagem, então vale a pena principalmente para estadias mais longas no continente ou nas ilhas próximas (Thassos, Chalkidiki). Para as ilhas há conexão por balsas, sobre as quais falamos em detalhe no guia island hopping na Grécia.
Hlavní bránou do Řecka jsou Athény, odkud navazují vnitrostátní lety i trajekty na ostrovy, v sezóně se ale z Prahy létá přímo i na regionální letiště jako Kréta (Heraklion), Rhodos, Korfu, Kos, Zakynthos a Soluň. Mimo hlavní sezónu se obvykle přestupuje přes velké evropské uzly nebo právě přes Athény. Konkrétní spojení k jednotlivým ostrovům najdete u nás v průvodci island hopping v Řecku.
Aluguel de carro
O carro vale a pena na Grécia nas ilhas grandes e no continente – Creta, Rodes, Peloponeso ou Naxos são tão grandes que, sem carro, você vê só uma fração. Já nas ilhas pequenas, onde dá para circular a pé ou de motoneta, e onde você só fica numa praia, geralmente não precisa dele e ainda economiza em estacionamento e gasolina.
- Reserve com antecedência pelos comparadores – na temporada os carros costumam esgotar no local e ficar mais caros.
- Fique de olho no seguro e na caução – o seguro básico costuma ter franquia alta, então uma cobertura extra (sem franquia) vale a pena.
- Conte com pedágio nas rodovias do continente e com taxas se quiser levar o carro de balsa entre as ilhas.
- Fotografe o estado do veículo na retirada por causa dos arranhões – isso evita discussões na devolução.
Onde se hospedar em Grécia
A hospedagem na Grécia atende a qualquer orçamento. As opções mais baratas são os estúdios e apartamentos familiares (muitas vezes com cozinha), ideais para as ilhas e estadias mais longas. Hotéis e resorts com all inclusive agradam famílias e quem quer tudo debaixo do mesmo teto – você os encontra principalmente em ilhas grandes como Creta, Rodes ou Kos.
- Apartamentos e estúdios – melhor custo-benefício, ideais para viagens por conta própria e estadias mais longas.
- Hotéis e resorts – conforto e all inclusive, ótimos para famílias com crianças nas ilhas grandes.
- Pousadas boutique nas Cíclades – em Santorini ou Milos você paga pela vista, então reserve com antecedência.
- Centro vs. praia – a hospedagem bem em frente às praias mais famosas costuma ser mais cara; alguns minutos de caminhada economizam bastante.
Nossas dicas específicas de regiões e hospedagem você encontra sempre nas páginas de cada ilha – e as ofertas atualizadas na seção nossas dicas de hospedagem nesta página.



Pacote ou por conta própria?
O pacote vale a pena quando:
- você quer passagem, transfer e hotel num só lugar e não quer se preocupar com logística;
- você viaja com crianças ou em all inclusive e valoriza o conforto e a segurança;
- você quer uma ilha e tranquilidade à beira-mar, sem deslocamentos.
Vá por conta própria quando:
- você quer pular por várias ilhas (island hopping) ou combinar com o continente;
- você viaja fora da alta temporada, quando montar tudo sozinho costuma sair mais barato;
- você curte escolher as tavernas, as praias e o ritmo por conta própria.
Nós dois viajamos quase sempre por conta própria, porque adoramos a liberdade e a descoberta. Mas, sinceramente – para a primeira viagem à Grécia com crianças ou quando você só quer desligar à beira-mar, um bom pacote costuma ser mais barato e mais confortável. Compare os dois: os preços atualizados de passagens e pacotes nesta página renovamos toda manhã.
−39 %
−30 %
−26 %
−25 %
−11 %
−10 %Orçamento: custo diário em Grécia
| Nível | Hospedagem | Comida | Transporte e atividades | Total/dia |
|---|---|---|---|---|
| Mochileiro | 600–900 Kč | 400–600 Kč | 200–400 Kč | aprox. 1 200–1 900 Kč |
| Padrão | 1 200–2 000 Kč | 700–1 000 Kč | 500–900 Kč | aprox. 2 400–3 900 Kč |
| Conforto | 3 000 Kč+ | 1 200 Kč+ | 1 000 Kč+ | aprox. 5 200 Kč+ |
Os preços são aproximados, por pessoa e por dia, e não incluem o transporte a partir da Chéquia. Na alta temporada (julho–agosto) e em ilhas caras como Santorini e Mykonos, conte mais com o limite superior. Orçamentos detalhados estão no nosso guia prático da Grécia.
Como economizar no planejamento
- Compre as passagens 2–4 meses antes para a alta temporada – as mais caras são as compras de última hora em julho e agosto. Procure passagens no nosso buscador.
- Resolva os pacotes em duas janelas: first minute na primavera, para a melhor seleção de datas, ou last minute pouco antes da partida, se você for flexível. As ofertas atualizadas estão na seção de pacotes atuais nesta página.
- Reserve a hospedagem nas ilhas populares (Santorini, Mykonos) com antecedência – já no fim da temporada os preços caem. Inspire-se nas nossas dicas de hospedagem.
- Atividades e passeios com vagas limitadas (passeios de barco, visitas populares) garanta com antecedência – o que reservar logo você encontra aqui.
- Onde se paga mais caro: restaurantes bem em frente às principais atrações e portos, táxis sem taxímetro e casas de câmbio no aeroporto. Alguns metros de distância já economizam bastante.
Informações práticas
- Idioma e comunicação: o idioma oficial é o grego, mas nas áreas turísticas você se vira tranquilamente em inglês.
- Pagamentos: a moeda é o euro, e você paga com cartão na maioria dos estabelecimentos, mas nas ilhas menores, nas tavernas e nos mercados é bom ter dinheiro em espécie.
- Conectividade: a Grécia faz parte da UE, então o pacote de dados tcheco funciona com roaming; para estadias mais longas ou para compartilhar, porém, vale a pena um eSIM com dados locais.
- Segurança: a Grécia está entre os destinos seguros; cuide apenas dos seus pertences nas praias e nas aglomerações. Nas estradas, atenção às motonetas e às estreitas vias de montanha.
- Água: a água da torneira no continente costuma ser potável, mas em algumas ilhas se bebe água engarrafada – siga a recomendação de quem te hospeda.
Mais detalhes sobre transporte, dinheiro e segurança você encontra reunidos no nosso guia prático da Grécia.
