Quando você planeja uma viagem a Paris França com uma criança pequena e está considerando o hotel Hôbou Paris, a escolha da hospedagem se torna uma tarefa completamente diferente do que quando se viaja sozinho ou a dois. De repente, não basta avaliar o design, a nota no Booking e se o hotel tem um bom café — você precisa pensar também em quanto tempo vai levar para ir do ponto A ao ponto B toda manhã, carregando um pestinha de vinte e cinco quilos e todas as tralhas dele. ☺️
Nós viajamos com o Lukáš para Paris na virada de abril para maio, e desde o início estava claro que queríamos incluir um bate-volta a Versalhes no roteiro. E foi justamente aí que ficou evidente o quanto a localização da hospedagem faz diferença. Se você escolhe um hotel no lado errado de Paris, pode facilmente gastar mais de uma hora só no trajeto de ida até Versalhes. E isso com criança pequena é algo que você realmente, mas realmente não quer.
Depois de uma longa pesquisa, escolhemos o Hôbou, um autêntico hotel boutique francês em Boulogne-Billancourt (você pode reservar aqui), que à primeira vista parece até discreto, mas em poucas horas você se apaixona por ele. E estou falando sério — não é só uma frase de efeito típica de reviews.

Resumo
- Hôbou é um hotel boutique 4 estrelas em Boulogne-Billancourt, bem na fronteira de Paris França, que surgiu do rebranding do antigo Hotel Acanthe.
- Localização estratégica é o principal motivo pelo qual o escolhemos — a linha 10 do metrô tem sua estação final bem ao lado do hotel, e de lá você chega a Versalhes de ônibus 171 em aproximadamente 35–45 minutos.
- Atmosfera familiar e autenticamente francesa — nada de rede hoteleira estéril, mas sim um boutique administrado pelos próprios donos.
- Hôbou Time é uma dose diária de bolos e doces caseiros feitos por Linette e Liudmyla, acompanhados de café ou chá. Isso você não pode perder.
- Café da manhã clássico francês premium — manteigas, queijos, pães frescos, frutas. Pelo menos um dia, peça para receber no quarto.
- Ideal para: famílias com crianças pequenas, casais planejando combinar Paris + Versalhes + Bois de Boulogne, e amantes de hotéis boutique autênticos franceses em vez de redes.

Por que escolhemos Boulogne-Billancourt em vez do centro de Paris
Eu sei, eu sei — a maioria dos blogs de viagem vai dizer para você se hospedar o mais perto possível do centro de Paris, de preferência no Marais ou em Saint-Germain, para poder ir a pé para todo lado. E eu assinaria embaixo disso se estivéssemos viajando sozinhos. Só que quando se viaja com criança pequena e você sabe que quer incluir Versalhes (e talvez até a Disneyland ou o Bois de Boulogne) no roteiro, o centro de repente não é a melhor escolha.
Versalhes fica razoavelmente longe do centro de Paris — uma hora de transporte público é totalmente normal, sem contar que você precisa fazer baldeação, tomar conta do carrinho, da criança e da mochila. Viajar de metrô com criança é um sofrimento. Mas Boulogne-Billancourt fica mais ou menos na metade do caminho entre o centro e Versalhes, resolvendo os dois lados de uma vez.
Do hotel, você chega ao centro de Paris pelo metrô da linha 10, cuja estação final Boulogne-Pont de Saint-Cloud fica literalmente a poucos passos do hotel. A viagem até Sèvres-Babylone ou Odéon leva cerca de 20 minutos, e até Notre-Dame ou o Louvre, aproximadamente 25–30 minutos. Isso é totalmente comparável ao tempo que você gastaria saindo de alguns hotéis “centrais” no Quartier Latin ou perto da Torre Eiffel. E na direção oposta, até Versalhes, são mais ou menos 40 minutos de ônibus.
Além disso, Boulogne-Billancourt por si só é um lugar muito agradável. Não é o centro parisiense clássico com aquelas fachadas haussmannianas, mas sim um bairro residencial elegante e mais tranquilo, onde moram franceses, não turistas. Do outro lado da rua fica a entrada do Parc de Saint-Cloud, o Bois de Boulogne fica a dez minutos a pé, e bem perto você encontra as quadras de tênis de Roland-Garros. Quando você volta do centro à noite, cansado, querendo apenas sossego, isso faz toda a diferença. E se além disso planeja algum dos bate-voltas a partir de Paris (Versalhes, Saint-Germain-en-Laye, Giverny), essa localização é ainda mais vantajosa.

Primeira impressão: entrada discreta que engana
Quando paramos na frente do hotel pela primeira vez, confesso que fiquei um pouco em dúvida. A entrada do Hôbou é realmente modesta — nada de grandes fanfarras, nenhum lobby grandioso com mármore e lustre enorme como você talvez esperasse de um hotel boutique 4 estrelas. O prédio tem uma elegante entrada em arco, quatro andares, e parece mais uma residência parisiense discreta, pela qual você talvez passasse direto se não estivesse prestando atenção.
Mas assim que você cruza a porta, fica claro que a primeira impressão era enganosa. A recepção é acolhedora, simpática, e te recebem logo com um sorriso. E aí vem a melhor parte: o bolinho. Na própria recepção, todos os dias, você encontra um bolo caseiro fresquinho — um bolo de cenoura, uma torta ou algum outro doce feito ali mesmo no hotel. Essa é a marca registrada do Hôbou, chamada “Hôbou Time”, e vou falar mais sobre isso adiante, porque para mim é realmente um nível à parte.
O Jonáš não se conteve nem um pouco. Provavelmente não sabia bem nomear o que estava vendo, mas assim que avistou, soube que queria. E como os anfitriões franceses são realmente solícitos, no primeiro dia o Jonáš devorou metade de um bolo de cenoura que nos ofereceram na chegada. E todo mundo sabe: criança alimentada = criança feliz 😅
O design do hotel está cheio de detalhes charmosos e referências divertidas que você vai percebendo aos poucos. Boulogne-Billancourt tem uma história rica — sediou lendários estúdios de cinema, teve a fábrica da Renault, e o hotel faz diversas referências a isso. Você encontra um carrinho em miniatura, câmeras de cinema antigas, aqui e ali um símbolo de Boulogne-Billancourt ou um ponto turístico parisiense escondido nos detalhes do interior — um jogo sutil que diverte cada vez mais quanto mais tempo você fica.

Quartos do Hôbou: limpo, silencioso e bem equipado
Os quartos do Hôbou não são enormes, mas essa é a realidade de Paris. Se você já dormiu em um hotel boutique parisiense, sabe que os quartos franceses não seguem a mesma escala dos complexos hoteleiros americanos. O Hôbou oferece seis tipos de quartos, então você escolhe de acordo com a sua necessidade de espaço:
- Cocoon (a partir de 13 m²) é o menor, ideal para uma pessoa ou um final de semana descomplicado a dois.
- Nomade (a partir de 16 m²) é o quarto clássico com cama de casal ou duas camas de solteiro.
- Rêverie (a partir de 19 m²) já é categoria superior, com um pouco mais de espaço.
- Horizon (a partir de 18 m²) também é superior, mas com terraço ou varanda — na nossa opinião, uma escolha linda na primavera.
- Grand Angle (a partir de 23 m²) é o quarto deluxe, que acomoda até três pessoas, caso queira adicionar uma cama extra para criança.
- Tribu (a partir de 36 m²) são dois quartos conectados para famílias de até quatro pessoas — perfeito para pais com dois filhos.
Os quartos são limpos, iluminados e silenciosos. A cama é confortável, sem surpresas desagradáveis do tipo colchão duro como pedra ou edredom que faz você suar em cinco minutos. Dormimos muito bem, o que depois de um dia inteiro andando por Paris você realmente valoriza. O quarto tem sua própria cafeteira, então o espresso matinal sai antes mesmo de você descer para o café da manhã. Para mim, que não funciono sem café de manhã, foi um detalhe pequeno, mas fundamental.
Além da cafeteira, o quarto tem tudo que se espera de um hotel boutique 4 estrelas — bom Wi-Fi, armário, iluminação agradável, espaço para sentar ou trabalhar. Nada ali é entupido de gadgets tecnológicos da moda — apenas elegância francesa silenciosa. E se você viaja com criança pequena como nós, vai valorizar o silêncio. Nenhum barulho da rua, nenhum som abafado vindo do lobby — simplesmente silêncio, onde à noite se dorme de verdade.

Hôbou Time: doces caseiros que fazem você pedir um segundo café
Agora vem a melhor parte. O Hôbou Time é um ritual diário do hotel e, para nós, foi uma das coisas que por si só já nos faria voltar. Todo dia, na recepção e no lounge, aparecem doces caseiros feitos por Linette e Liudmyla, duas confeiteiras/padeiras que preparam tudo à mão para o hotel. Você simplesmente serve seu café, chá ou limonada do bar e se acomoda naquele lounge aconchegante e caseiro.
Não é um buffet nem uma patisserie cara — é mais como aquele carinho de família, como se você estivesse na casa da avó no interior. Bolo de cenoura, torta de limão, madeleines francesas clássicas, brownies, doces sazonais, variando a cada dia. O sabor é maravilhoso, com ingredientes de verdade, sem choque de açúcar, sem creme plástico industrial. Dá para sentir que foi feito por mãos de gente, não pela indústria alimentícia.
Como já contei, no primeiro dia o Jonáš comeu metade do bolo de cenoura. E não foi uma fatia — foi metade do bolo inteiro que tinham naquele dia. Felizmente, na recepção só riram, e no dia seguinte já ofereceram a ele uma porção própria, cortada discretamente de lado. São esses detalhezinhos que mostram que o hotel é genuinamente familiar, e não apenas “familiar” no folheto de marketing. ☺️
Fora do Hôbou Time, o hotel funciona também como um bar e lounge clássico, onde você pode tomar um aperitivo antes de sair para jantar, ou parar para uma taça de vinho depois de um dia em Paris. O bar é intimista, sem barulho de balada — você se sente em casa. E se quiser se exercitar, o hotel tem uma academia aberta 24/7. Nós não usamos, mas é um bônus simpático, caso bata aquela vontade de voltar da viagem em melhor forma do que quando saiu.
Café da manhã que você precisa experimentar no quarto
O café da manhã no Hôbou é exatamente o que você imagina quando pensa em “café da manhã francês clássico”. Só produtos premium de qualidade — nada de geleia industrial em potinhos de plástico, nada de pãezinhos de massa congelada. Eles têm:
- Pães frescos direto da padaria local — baguetes clássicas, croissants, pain au chocolat, brioche.
- Manteigas e queijos de origem francesa, muitas vezes com indicação de procedência — e estou falando sério, nada daqueles potes plásticos que você conhece de outros hotéis.
- Presuntos e frios de qualidade — prosciutto, jambon de Paris.
- Geleias caseiras em potinhos menores, frequentemente com referência à região de origem.
- Ovos em diversas preparações — você pode pedir fresquinhos, feitos na hora.
- Frutas frescas, iogurtes, granola — enfim, um começo de dia completo e saudável.
- Café preparado por barista — então o cappuccino ou flat white sai no nível de uma boa cafeteria.

Você bem poderia aproveitar tudo no restaurante do hotel, mas nós temos uma dica que recomendamos muito: pelo menos um dia, peça o café da manhã no quarto. Experimente! O Hôbou tem room service 24 horas, então você pede o café da manhã exatamente no horário que quiser, e eles trazem tudo lindamente arrumado numa bandeja com toalhinha, guardanapo e tudo mais.
Nós fizemos isso no penúltimo dia e foi uma sensação incrível — tomar café de pijama, olhar pela janela para Boulogne-Billancourt e saber que aquele dia seria sem pressa. O Jonáš espalhou seus bichinhos de pelúcia pelo lado, nós pedimos mais um cappuccino, e tivemos a sensação de ter sido transportados para um lugar onde normalmente, num hotel, você não chega. Vale cada centavo a mais.

Como ir do Hôbou ao centro de Paris e a Versalhes
O motivo principal pelo qual escolhemos o Hôbou foi o transporte. A localização estratégica realmente faz diferença com criança pequena, e nesse aspecto o Hôbou funciona bem nas duas direções. Sempre confira os horários atualizados no site oficial da RATP antes de sair.
Para o centro de Paris, você vai direto pelo metrô da linha 10, cuja estação final Boulogne-Pont de Saint-Cloud fica logo ali, do outro lado da rua. A linha 10 leva você a:
- Sèvres-Babylone (conexão com a linha 12 e Saint-Germain-des-Prés) em cerca de 15 minutos.
- Odéon (Quartier Latin) em cerca de 20 minutos — você sai direto no meio dos cafezinhos do Quartier Latin.
- Cluny, La Sorbonne (Notre-Dame, Sainte-Chapelle) em cerca de 22 minutos.
- Gare d’Austerlitz em cerca de 30 minutos.
Nós adoramos ir via Odéon, porque aquele bairro é Paris na sua essência. Se quiser ir à Torre Eiffel, basta fazer baldeação na linha 10 em Sèvres-Babylone para a linha 6 e descer no Trocadéro, em cerca de 30 minutos no total. Para o Museu do Louvre, a baldeação é na linha 1 na estação Champs-Élysées-Clemenceau. Não é sair do hotel e estar diante da pirâmide, mas 25 minutos de metrô é bem razoável.
Para Versalhes, é um pouquinho mais aventureiro, mas ainda bastante tranquilo. Da estação final do metrô Pont de Saint-Cloud, você caminha alguns minutos até Pont de Sèvres, de onde sai o ônibus direto 171 da RATP até o Palácio de Versalhes. A viagem leva cerca de 30–35 minutos, o ônibus passa a cada 10–15 minutos todos os dias, então não precisa planejar com hora marcada. Do hotel ao palácio, conte com 40–50 minutos no total.
A segunda opção é o RER C, com baldeação no centro de Paris, mas é mais demorado (e com criança significa mais transferências — então, para nós, não rolou).

O que tem nos arredores do hotel
Outra coisa que curtimos muito foi o próprio bairro. Muita gente subestima Boulogne-Billancourt por ser “já fora” dos limites de Paris (oficialmente fica em Hauts-de-Seine, e não em Paris), mas nós passamos noites agradáveis por lá. Algumas dicas do que vale conhecer:
- Bois de Boulogne fica ali do lado — um parque enorme onde dá para passar uma tarde incrível com crianças. Tem passeios de barquinho, ciclovia, e lá dentro fica a Fondation Louis Vuitton (uma joia arquitetônica de Frank Gehry).
- Parc de Saint-Cloud fica do outro lado do Sena, com uma vista panorâmica de toda Paris — um lindo parque em estilo inglês.
- Roland-Garros fica a 10 minutos a pé do hotel, então se você viajar na época do torneio (final de maio/início de junho), essa é basicamente a base ideal.
- Restaurantes nos arredores: experimentamos o Bistro 22 e os arredores da Avenue Jean-Baptiste Clément. Boulogne tem sua própria cena gastronômica, então não é preciso ir ao centro para jantar.
- Feira de Boulogne-Billancourt acontece toda quarta, sábado e domingo — uma forma linda de experimentar o cotidiano francês de verdade.

Onde comer (dentro e fora do Hôbou)
Comida em Paris é um capítulo à parte. Com o Lukáš, combinamos que não comeríamos naquelas armadilhas turísticas típicas, com cardápio em oito idiomas e garçom gritando para você já na calçada.
Em vez disso, procuramos pequenos bistrôs e padarias frequentados pelos locais. E descobrimos que justamente em Boulogne dá para comer de forma muito mais autêntica e tranquila do que nas zonas turísticas. Boulogne tem sua própria cena gastronômica — a Avenue Jean-Baptiste Clément e os arredores da prefeitura estão cheios de bistrôs e padarias onde sentam franceses, não turistas. Minha dica é simplesmente passear e parar onde o lugar parecer convidativo.
Onde fazer um almoço rápido no centro
Quando estávamos correndo entre os pontos turísticos e a fome batia perto do Louvre ou de Notre-Dame, não tentávamos sentar no primeiro restaurante que aparecia. Muito melhor é pegar algo para comer na mão em alguma ruela lateral.
Para nós, funcionaram muito bem as clássicas galettes ou uma baguete com presunto de alguma padaria vizinha — com isso sentávamos em algum parque. O Jonáš encarava como um piquenique e nós descansávamos sem a preocupação de o pestinha destruir um restaurante.
Para quem o Hôbou é o hotel ideal
Depois de quatro noites, posso dizer que este é um hotel que funciona para vários tipos de viajantes. Não é tudo para todo mundo, mas quem se identifica com ele, vai amar.
- Famílias com crianças pequenas. Os quartos são silenciosos, o Hôbou Time é um momento perfeito que toda a família aguarda, os quartos conectados Tribu resolvem a questão de espaço, e a localização estratégica economiza dezenas de minutos por dia. Para nós com o Jonáš foi uma vitória — embora, sejamos sinceros, o Jonáš ficaria feliz em qualquer lugar onde o alimentassem com bolo.
- Casais que querem combinar Paris com Versalhes e arredores. Se você planeja ir além do centro (Versalhes, Saint-Germain-en-Laye, Disneyland, Giverny), Boulogne é a base ideal que cobre os dois lados.
- Amantes de hotéis boutique autênticos. Se você está de saco cheio de redes hoteleiras e quer um hotel francês com personalidade, administrado pelos donos, onde notam a sua presença, o Hôbou é exatamente isso.
- Casais em estadias mais longas. Se planeja passar uma semana ou mais em Paris, Boulogne é um bairro tranquilo e bonito onde você realmente descansa após os dias no centro.
Para quem o Hôbou provavelmente não é ideal:
- Se você quer dormir bem no coração do centro e ir a pé para todo lado sem metrô, é melhor buscar hotéis no Marais ou em Saint-Germain.
- Se seu plano é curtir a vida noturna em Pigalle ou Bastille, voltar de Boulogne depois que o metrô para é mais complicado.
Veredito: vamos voltar?
Sim! No final das contas, acabou sendo um dos hotéis mais queridos em que já nos hospedamos em Paris França. E olha que já fui a Paris várias vezes.
Outros hotéis em Paris têm localização, ou charme, ou atendimento familiar. O Hôbou tem tudo isso ao mesmo tempo, e de forma silenciosa, sem se gabar. Somados os doces caseiros da Linette e da Liudmyla, o café da manhã na cama, o silêncio do quarto à noite quando o Jonáš dorme — tudo junto resulta num hotel do qual você não sai com a lembrança de “luxo”, mas com a sensação de ter sido, por um momento, acolhido na casa de uma família francesa que gostou de você.
E é exatamente isso que eu desejaria de umas férias em Paris — não precisar de duas semanas para me recuperar, como às vezes acontece depois de certas viagens, mas chegar em casa descansada e com a sensação de que aproveitamos bem o tempo. ☺️
Se você está planejando uma viagem a Paris com crianças ou com bate-volta a Versalhes, recomendo o Hôbou sem hesitar. Reserve o Hôbou por aqui, e não esqueça da dica do café da manhã no quarto — faça isso de verdade. 😉
FAQ: Perguntas frequentes sobre o hotel Hôbou Paris
Mais algumas coisas que sempre me perguntam:
Onde fica exatamente o Hôbou Paris?
Se procurar no mapa, a primeira reação provavelmente é “isso não é Paris”, mas calma. O Hôbou fica no endereço 9, Rond-Point Rhin et Danube, 92100 Boulogne-Billancourt. É o subúrbio oeste de Paris, oficialmente já fora dos limites dos arrondissements parisienses, mas a um passo da estação final da linha 10 do metrô, Boulogne-Pont de Saint-Cloud. Para nós, essa localização acabou sendo muito melhor do que o centro agitado. Tem uma tranquilidade incrível, que é exatamente o que você quer com uma criança depois de um dia inteiro de correria.
Quanto tempo leva do Hôbou ao centro de Paris?
Pelo metrô linha 10, você chega a Sèvres-Babylone (Saint-Germain) em cerca de 15 minutos, e a Notre-Dame ou ao Louvre em 25–30 minutos. Para a Torre Eiffel, conte com uns 30 minutos com uma baldeação. Quando fomos pela primeira vez, o Lukáš nem acreditava que seria tão rápido. Mas o metrô de Paris é realmente eficiente, mesmo que às vezes cheire um pouco mal — mas isso já faz parte da experiência de explorar a cidade. 😅
Como chegar do Hôbou a Versalhes?
Da estação final do metrô Pont de Saint-Cloud, caminhe alguns minutos até Pont de Sèvres, de onde sai o ônibus direto RATP 171 até o Palácio de Versalhes. A viagem leva cerca de 30–35 minutos e o ônibus passa a cada 10–15 minutos. Do hotel ao palácio, são aproximadamente 40–50 minutos no total. O ônibus 171 é realmente uma ótima opção. Funciona com o bilhete normal de Paris e você evita toda aquela confusão maluca das estações de trem no centro.
O Hôbou é adequado para famílias com crianças pequenas?
Sim, o hotel é familiar, a equipe é muito solícita, e há quartos conectados Tribu para famílias de até quatro pessoas. O Hôbou Time com os doces caseiros é, inclusive, uma experiência incrível para as crianças. O Jonáš se apaixonou pelo lugar. A equipe conversava com ele o tempo todo, mesmo que não entendesse uma palavra, e essa atmosfera familiar torna a experiência completamente diferente das redes hoteleiras estéreis.
O que é o Hôbou Time?
É um ritual diário do hotel em que aparecem na recepção e no lounge doces caseiros frescos — bolos, tortas e outros quitutes feitos por Linette e Liudmyla, as duas confeiteiras do hotel. Você pega seu café, chá ou limonada do bar e se acomoda confortavelmente no lounge. Nós esperávamos por esse momento todo dia. Geralmente planejávamos voltar ao hotel de tarde, recarregar as energias com café e bolo, e só depois saíamos novamente para jantar.
Dá para pedir café da manhã no quarto no Hôbou?
Sim, o hotel oferece room service 24 horas, então você pode pedir o café da manhã direto no quarto. Recomendamos experimentar pelo menos uma vez — é um dos momentos mais bonitos da estadia. Aquela sensação de tomar café na cama com vista para a rua que está acordando não tem preço. Peça a tabela de preços do room service no check-in.
O hotel tem estacionamento?
Sim, o hotel tem um número limitado de vagas, mas é necessário reservar com antecedência. Se for de carro, recomendamos perguntar sobre a disponibilidade antes. Caso esteja lotado, existem estacionamentos públicos na região de Boulogne-Billancourt, mas confira os preços antes para não se surpreender com o padrão parisiense.
O hotel aceita animais de estimação?
Sim, o Hôbou é pet-friendly, então você pode levar seu cachorro ou gato. Confirme os detalhes e a taxa atual diretamente com o hotel. No café da manhã, encontramos um casal francês mais velho com um poodle lindo e dava para ver que o cãozinho estava aproveitando a estadia talvez até mais do que eles.
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