Öland, Suécia: 16 dicas do que ver na riviera sueca em 2026

Öland, na Suécia, é uma ilha cheia de contrastes incríveis. Ela tem 137 quilômetros de comprimento, mas em alguns pontos apenas alguns quilômetros de largura. Junto com a vizinha Gotland, é o lugar com o maior número de horas de sol de todo o país — numa ilha onde o bom tempo nunca decepciona. Enquanto a Europa central associa a Suécia principalmente a florestas profundas e lagos, aqui espera por você um mundo completamente diferente ☺️.

Bem no meio da ilha estende-se uma enorme estepe calcária onde quase não crescem árvores e que lembra mais uma savana africana do que a Escandinávia tradicional. Öland é um clássico do verão sueco que o resto da Europa ainda ignora de forma quase criminosa, embora os viajantes alemães de motorhome venham para cá há muitos anos. A grande vantagem é que você chega confortavelmente de carro por uma ponte, sem precisar lidar com balsas caras do continente até a ilha.

Talvez você esteja se perguntando qual é a diferença entre Öland e Gotland, que fica logo ao lado. Enquanto Gotland atrai principalmente pela cidade hanseática medieval de Visby e pelas dramáticas torres calcárias chamadas raukar, Öland é a ilha das praias infinitas, das centenas de velhos moinhos de vento e de uma paisagem completamente plana. É, em resumo, o destino ideal para famílias com crianças, ciclistas apaixonados e todos que querem viver o verdadeiro verão nórdico sem mosquitos.

Resumo para quem não tem tempo de ler o artigo inteiro

Se você está com pressa e precisa apenas dos pontos mais importantes para um planejamento rápido, preparei um resumo do essencial. Aqui está a ilha de Öland em poucas palavras:

  • Acesso gratuito: Você chega à ilha a partir da cidade continental de Kalmar por uma ponte de seis quilômetros, a Ölandsbron, e não paga nenhum pedágio pela travessia.
  • A savana sueca: A metade sul da ilha é coberta pela estepe calcária Stora Alvaret, inscrita na lista da UNESCO, onde na primavera florescem orquídeas raras.
  • Verão real: Na costa oeste você encontra a majestosa ruína do castelo de Borgholm e, ao lado dela, a residência de verão da família real sueca, Solliden.
  • Paraíso para ciclistas: Öland é completamente plana e cortada por uma rede de ciclovias seguras, então você vai se apaixonar pela ilha mesmo que normalmente não ande muito de bicicleta.
  • A ilha dos moinhos: Antigamente havia mais de dois mil deles em funcionamento; hoje pouco mais de quatrocentos ainda enfeitam a paisagem e formam os pontos de foto mais icônicos de toda a região.
  • Potência do camping: No norte fica o gigantesco resort Böda Sand, com quilômetros de praias de areia branca que lembram mais o Caribe do que o mar Báltico.
  • Gastronomia local: Não deixe de provar o aspargo local, os doces morangos de Öland e de aproveitar a tradicional pausa para o café, chamada fika, em um dos muitos cafés pitorescos.

Quando ir para Öland

Escolher a época certa é absolutamente essencial para visitar Öland, porque a ilha muda drasticamente ao longo do ano. Se o que te interessa é sobretudo a natureza única e você quer ver a estepe calcária Stora Alvaret florida, recomendo ir em maio ou na primeira metade de junho. Nesse período florescem dezenas de espécies de orquídeas selvagens e a ilha está apenas despertando para a alta temporada, então você encontra uma paz divina. Os meses de primavera são ainda ideais para observadores de aves, que se reúnem perto do farol sul. Mas na costa às vezes venta muito, então não esqueça de colocar na mala algumas camadas mais quentes.

A alta temporada de verão começa no fim de junho, depois do tradicional festival do solstício, e vai até meados de agosto. Em julho, a maioria dos suecos tem o chamado industrisemester, uma espécie de férias coletivas nacionais. Nessa época, Öland pulsa e fervilha de vida, todos os cafés de verão funcionam a todo vapor e as praias ficam cheias de famílias com crianças. Ao contrário do norte da Suécia, aqui você não precisa temer ataques de mosquitos e insetos agressivos. Mas conte com o fato de que os preços de hospedagem disparam nesse período e os campings populares costumam esgotar com muita antecedência.

Setembro oferece uma atmosfera absolutamente encantadora: as multidões de turistas desaparecem, mas o mar Báltico ainda está bem aquecido depois do verão. O ponto alto do outono é o famoso Skördefest, ou festa da colheita, que acontece sempre no fim de setembro (em 2026 cai no último fim de semana do mês). A ilha inteira se ilumina com milhares de abóboras esculpidas, os fazendeiros abrem seus quintais e por toda parte se degustam quitutes locais, de geleias a queijos.

Por outro lado, os meses de inverno eu não recomendaria para uma primeira visita. Muitos castelos, museus e padarias famosas passam no outono para horários reduzidos ou fecham de vez com uma placa avisando que os donos saíram de férias. Você ainda terá a natureza nórdica bela e selvagem, mas vai perder boa parte daquele colorido típico do verão que torna a riviera sueca tão especial. Reserve pelo menos três a quatro dias para a ilha e, para umas férias tranquilas em família, tranquilamente uma semana inteira.

Onde se hospedar em Öland

💡 Dica de hospedagem e experiências: Nós preferimos procurar hospedagem no Booking.com, que costuma ter as melhores condições de cancelamento. Já os ingressos, passeios e atividades vale a pena comparar e comprar pelo GetYourGuide.

O sul da Suécia é a terra prometida do camping e do aluguel dos típicos chalés vermelhos de madeira, que aqui se chamam stuga. Embora na Suécia valha o famoso direito de livre acesso à natureza, o allemansrätten, lembre-se de que com carro ou motorhome você não pode acampar livremente em prados nem perto das praias. Essa lei vale exclusivamente para caminhantes com barraca própria. Com veículo, você precisa sempre usar campings oficiais ou vagas reservadas para caravanas chamadas ställplats, que felizmente existem em abundância e são muito bem equipadas.

Se você prefere um teto firme sobre a cabeça, a melhor base estratégica é a cidadezinha de Borgholm, na costa oeste, ou a menor Färjestaden, logo ao lado da ponte. Ali você encontra muitas lojas, restaurantes e uma vida noturna agradável. Os preços da diária de um quarto de casal na temporada de verão giram entre 1.200 e 2.500 SEK (cerca de R$ 550 a R$ 1.150), então vale muito a pena reservar a hospedagem com boa antecedência 😉.

Aqui vão algumas dicas concretas de onde repousar a cabeça e aproveitar o sossego nórdico:

  • Villa Sol: Pousada aconchegante no centro de Borgholm, com um belo jardim e cafés da manhã depois dos quais você vai lamentar ter que levantar da mesa. Na temporada, a diária fica em torno de 1.200 SEK (cerca de R$ 550) e você ganha um ponto de partida perfeito para passeios pelo centro e pelo norte da ilha.
  • Drottning Victorias Vilohem: Um hotel-butique mais luxuoso a poucos passos de Borgholm, que antigamente servia como residência de descanso da própria rainha Vitória. A atmosfera lembra mais uma casa de campo inglesa do que um hotel. Esperam por você tetos altos, mobiliário histórico e um jardim tranquilo, onde dá vontade de ficar sentado com um livro. A diária sai por volta de 1.800 SEK (cerca de R$ 830).
  • Böda Sand: A escolha definitiva para famílias com crianças, no norte da ilha. É o maior camping da Suécia, com padaria própria, piscinas e praia branca. Um chalé de madeira clássico (stuga) sai, em média, por 1.000 a 1.500 SEK (R$ 460 a R$ 690) por noite, conforme o tamanho e a estrutura.
  • Haga Park Camping & Stugor: Uma ótima opção, mais em conta, na metade sul da ilha, adorada principalmente por praticantes de windsurf e famílias em busca de sossego. Um chalé você consegue a partir de 800 SEK (cerca de R$ 370) e tem uma praia de seixos a poucos passos da cama.
  • Ekerum Resort Öland: Se você quer se dar o máximo de conforto, com vista para o mar e acesso a um campo de golfe de primeira, esse resort pertinho de Borgholm é uma aposta certeira. Os preços começam por volta de 1.500 SEK (cerca de R$ 690) por um quarto espaçoso com um café da manhã fabuloso, repleto de ingredientes locais.

16 dicas do que ver e fazer em Öland

A ilha é estreita, mas oferece uma quantidade incrível de experiências, de ruínas históricas a reservas naturais e vilarejos pitorescos. Aqui estão 16 lugares que você definitivamente não deveria deixar de fora da sua viagem.

1. A ponte Ölandsbron e a chegada majestosa à ilha

Sua aventura começa antes mesmo de você pisar no solo da ilha. A partir da cidade continental de Kalmar, uma ponte de mais de seis quilômetros, a Ölandsbron, se estende sobre o estreito. Quando foi inaugurada em setembro de 1972, ostentava o título de ponte mais longa de toda a Europa e, até hoje, é uma obra de engenharia absolutamente fascinante, que mudou para sempre a vida dos ilhéus. Até então, eles dependiam exclusivamente de balsas lentas e muitas vezes lotadas.

O ponto mais alto da ponte se ergue 36 metros acima do nível do mar, então durante a travessia você tem uma vista de tirar o fôlego do estreito de Kalmar e da ilha que se aproxima. O trajeto leva cerca de dez minutos e a estrada de concreto ondula suavemente sobre a ponte, criando um belo efeito visual. A ponte liga o continente à cidadezinha ilhoa de Färjestaden, que funciona como o principal ponto de boas-vindas, cheio de lojas e cafés.

💡 Dica: A travessia pela ponte é totalmente gratuita, sem nenhum pedágio, o que é uma enorme vantagem em comparação com as pontes caras da Dinamarca. Mas lembre-se de que na ponte é rigorosamente proibido parar. Se você quiser fotografar com calma esse marco de concreto, precisa fazer isso a partir do continente, em Kalmar, ou do estacionamento e área de descanso logo depois da ponte, no lado de Öland. Costuma ventar bastante ali, então cuidado ao abrir a porta do carro.

2. Stora Alvaret: a estepe calcária e a savana sueca

Esse lugar é provavelmente a maior raridade natural que você vai encontrar na ilha. A metade sul de Öland é coberta pela enorme estepe calcária Stora Alvaret, que, graças à sua singularidade, ganhou um lugar na lista do Patrimônio Mundial da UNESCO. A camada de solo sobre a placa calcária é tão incrivelmente fina que aqui nenhuma árvore sobrevive e as plantas lutam por cada centímetro de espaço.

Ao caminhar por essa paisagem, você vai ter a sensação de ter se teleportado por engano para algum lugar da savana africana. A paisagem é plana, pedregosa, salpicada de zimbros e constantemente açoitada pelo vento do mar. Mas foram justamente essas condições rústicas que criaram o ecossistema perfeito para espécies raras de flora. Durante os meses de primavera, sobretudo em maio e junho, dezenas de espécies de orquídeas selvagens brotam das fendas nas pedras. É um espetáculo visual que você não pode perder e por causa do qual botânicos vêm de toda a Europa.

💡 Dica: Água suficiente e protetor solar são simplesmente equipamento obrigatório aqui. Nem procure sombra — a estepe simplesmente não tem para te oferecer. Os melhores pontos de partida para trilhas a pé ficam nos arredores dos vilarejos pitorescos de Resmo ou Vickleby, onde há pequenos estacionamentos com painéis informativos. Lembre-se de que a estepe é protegida, então é rigorosamente proibido acampar livremente, fazer fogueira ou colher qualquer planta.

3. A ruína do castelo de Borgholm: a maior do norte da Europa

Na costa oeste da ilha ergue-se a imponente ruína do castelo de Borgholm, que funciona como o principal ímã histórico de toda a Öland. A fortaleza original, do século XII, ficava ali para defender contra as invasões dinamarquesas; mais tarde, o rei João III transformou-a num grandioso palácio renascentista cheio de luxo. Infelizmente, em 1806 o castelo pegou fogo até as fundações — segundo a lenda, por descuido na fabricação de pólvora — e dele restaram apenas as enormes paredes de calcário.

Hoje você pode passear livremente pelos gigantescos salões vazios, espiar antigos aposentos e imaginar como era aqui nos tempos de maior glória, quando se realizavam banquetes reais. Das muralhas há ainda uma vista fantástica do mar e dos bosques de carvalhos ao redor. A entrada para adulto sai por volta de 130 SEK (cerca de R$ 60) e para as crianças há um monte de jogos interativos, missões de cavaleiro e pintura de escudos.

💡 Dica: Tente planejar a visita ao castelo para o fim da tarde ou o entardecer. As muralhas de Borgholm ganham um lindo tom dourado no pôr do sol e a atmosfera fica ao mesmo tempo incrivelmente dramática e romântica. Nos meses de verão, é muito comum acontecerem grandes shows ao ar livre de bandas suecas famosas por aqui, então vale a pena conferir a programação cultural com antecedência para conhecer eventuais restrições de horário de visitação.

4. A residência de verão real Solliden

Bem ao lado da ruína de Borgholm você dá de cara com um mundo completamente diferente, cheio de verde e de ordem perfeita. Ali fica Solliden, que é a residência oficial de verão da família real sueca. Esse palácio branquíssimo foi mandado construir no início do século XX pela rainha Vitória. Era uma mulher de saúde frágil, que amava a Itália ensolarada e, por isso, inspirou-se na arquitetura de lá e mandou construir ao redor da residência jardins absolutamente maravilhosos.

Mesmo que você não possa entrar no palácio — a realeza guarda sua privacidade com unhas e dentes —, os extensos jardins reais estão abertos ao público de maio a setembro. Durante o passeio você vai descobrir parterres italianos perfeitamente aparados, cachoeiras relaxantes, ricos jardins de rosas e bosques frondosos e sombreados, que oferecem abrigo do sol de verão. A entrada nos jardins custa cerca de 140 SEK (cerca de R$ 65) e definitivamente vale a pena por toda essa beleza e paz.

💡 Dica: Se você visitar Öland exatamente no dia 14 de julho, pode presenciar uma grande festa cheia de música e flores. Nesse dia, a princesa herdeira sueca Victoria comemora aniversário e a família real costuma sair à frente do palácio para cumprimentar as multidões de parabenizadores entusiasmados. É um evento enorme, que os suecos adoram, mas conte nesse dia com multidões gigantescas e problemas de estacionamento em toda a região de Borgholm.

5. Os moinhos de vento em Lerkaka e Störlinge

Quando se fala em Öland, a maioria dos suecos logo imagina a silhueta característica de um velho moinho de vento. A ilha era antigamente o celeiro da região e havia mais de dois mil moinhos em funcionamento, que serviam aos fazendeiros para moer a colheita. Com a chegada da revolução industrial, perderam sua importância, mas hoje pouco mais de quatrocentos ainda enfeitam a paisagem. Essas construções típicas de madeira são rigorosamente protegidas como patrimônio cultural e formam uma parte indissociável do colorido local.

A maioria deles é de madeira e fica sobre um “toco” que permitia girar todo o edifício conforme o vento. O espetáculo mais bonito acontece onde vários deles se enfileiram ao longo da estrada, sendo o ponto de foto mais famoso a linha cuidadosamente mantida no vilarejo de Lerkaka, ou o conjunto de cinco lindos moinhos perto de Störlinge.

💡 Dica: Pare junto a eles de manhã bem cedo ou, ao contrário, no entardecer, quando a luz do sol é mais suave e as sombras se alongam sobre a grama. A maioria dos moinhos da ilha é de livre acesso por fora o ano todo. Alguns exemplares restaurados, cuidados pelas comunidades locais, podem até ser visitados por dentro no verão, permitindo ver de perto os antigos e maciços mecanismos de moagem e as enormes engrenagens de madeira.

6. Böda Sand: o maior camping da Suécia

No norte da ilha fica um fenômeno que tem até seu próprio e muito popular reality show na televisão pública sueca. O Böda Sand é um resort de camping gigantesco, com 1.350 vagas e 125 chalés, que nos meses de verão funciona como uma cidadezinha totalmente independente. Você encontra ali uma padaria artesanal própria, enormes supermercados, cabeleireiro, piscinas com tobogãs, academias ao ar livre e, principalmente, quilômetros deslumbrantes de praias incríveis.

A areia aqui é tão inacreditavelmente fina e branca que você vai se sentir mais no Caribe do que nas margens frias do mar Báltico. Mesmo que você não esteja hospedado dentro do camping, pode vir para um passeio de um dia. Basta estacionar nas áreas reservadas ali perto, atravessar um bosque de pinheiros e aproveitar um dia de praia perfeito com toda a família, já que a entrada na praia é livre.

💡 Dica: Ao longo de julho, durante as férias industriais suecas, o Böda Sand fica desesperadamente lotado de caravanas e há uma vida social agitadíssima do amanhecer ao anoitecer. Se você busca sossego e praias semivazias, venha para cá no fim de agosto ou início de setembro. A água na baía rasa fica surpreendentemente aquecida depois do longo verão e você vai ter os trechos mais bonitos da costa quase só para você.

7. As praias de Byxelkrok, Grönhögen e o banho no Báltico

Nadar na Suécia talvez não pareça a melhor ideia para umas férias de verão, mas a ilha de Öland vai te tirar rapidinho do engano. Graças às baías rasas de areia e ao número excepcionalmente alto de dias de sol, a água aqui costuma esquentar no verão para 20 a 22 °C. Toda a costa é bordejada por incontáveis enseadas pitorescas, que são absolutamente ideais e seguras até para famílias com crianças menores, porque o mar por aqui costuma ser calmo.

No norte da ilha, recomendo muito visitar as praias nos arredores da antiga vila de pescadores de Byxelkrok. Você encontra ali uma ótima estrutura, com banheiros, vestiários e um monte de barraquinhas com um sorvete de máquina delicioso. No sul, atraem as praias mais tranquilas de seixos e areia perto de Grönhögen, onde reina uma atmosfera bem mais relaxada, você não encontra as multidões do norte agitado e a água costuma ser lindamente cristalina.

💡 Dica: Os suecos adoram o banho matinal combinado com um piquenique caprichado na praia. Faça exatamente como eles: compre pães frescos numa loja local, prepare café numa garrafa térmica e vá para a água logo depois de acordar, antes de o sol começar a queimar. É a melhor maneira de absorver a atmosfera relaxada da ilha e começar o dia cheio de energia.

8. Neptuni Åkrar: campos de pedra e flores azuis

Na costa noroeste da ilha você descobre um lugar mágico com um nome muito poético: Neptuni Åkrar, que pode ser traduzido livremente como Campos de Netuno. Esse nome foi dado nada menos que pelo famoso naturalista sueco Carl Lineu, ainda no século XVIII, durante suas viagens pela ilha. São extensos terraços em degraus, formados por pedras calcárias e seixos lisos, moldados ao longo de milênios pelas ondas do mar e pelo recuo da era glacial.

Mas o maior encanto do lugar só chega em junho e julho, quando todo o campo de pedra, aparentemente deserto, floresce com milhares de flores de um azul reluzente da soagem-comum, que os suecos gostam de chamar de blåeld (fogo azul). O contraste das flores azuis, das pedras cinzentas desbotadas e do mar azul-escuro ao fundo é absolutamente hipnotizante e garante fotos incríveis para o álbum de família.

💡 Dica: O lugar é de livre acesso o ano todo e por ele passam várias trilhas a pé agradáveis, bem rente à água. Mas o terreno aqui é bastante irregular e escorregadio por causa do acúmulo de pedras redondas e afiadas, então calce um tênis mais firme. Não deixe de jeito nenhum só as havaianas de praia nos pés, com elas você torceria o tornozelo facilmente.

lukas a lucka
Lukáš e Lucie recomendam
Onde se hospedar em Öland
6 acomodações — hotéis de bem-estar, campings e outras opções de hospedagem

9. Trollskogen: a floresta retorcida do norte

Se você viaja pela Suécia com crianças, esse lugar é obrigatório e vai divertir muito a garotada. A Trollskogen, ou Floresta dos Trolls, fica no ponto mais ao norte da ilha e funciona como uma reserva natural rigorosamente protegida. As árvores aqui, por causa de séculos de fortes ventos incessantes do mar Báltico, são bizarramente retorcidas, curvadas em direção ao chão e cobertas por hera densa, de modo que toda a floresta parece o cenário de algum conto de fadas assustador.

Além dos pinheiros retorcidos, você encontra ali carvalhos ancestrais cobertos de musgo, dos quais o mais velho, o chamado Trolleken, tem, segundo estimativas, mais de novecentos anos. Toda a reserva é atravessada por vários circuitos muito bem sinalizados, de diferentes comprimentos, que até crianças menores conseguem fazer sem problemas. No caminho pela costa, você ainda dá de cara com os restos dramáticos de velhos naufrágios de madeira, que as tempestades de outono lançaram aqui um dia.

💡 Dica: A entrada na reserva e no estacionamento é totalmente gratuita. Logo na entrada funciona um excelente centro de informações de arquitetura interessante, chamado Naturum, onde você fica sabendo, de forma lúdica, um monte de curiosidades sobre a fauna e a flora locais. Pegue lá, antes de sair para o passeio, o mapa gratuito das trilhas, para não perder na floresta os pontos mais interessantes e as árvores mais antigas.

10. O farol Långe Erik no cabo norte

Öland é famosa como a ilha dos dois faróis icônicos, que, como guardiões fiéis, vigiam suas pontas opostas. Numa pequena ilhota pedregosa, Stora Grundet, junto à ponta norte de Öland, fica o Långe Erik (Erik, o Comprido). Esse lindo farol de calcário, de 32 metros de altura, foi construído em meados do século XIX para proteger os navios de recifes traiçoeiros e, até hoje, serve como um ponto de orientação enormemente importante para os marinheiros no estreito de Kalmar.

Na temporada de verão, a torre do farol fica aberta ao público e você pode subir todos os 138 estreitos degraus em espiral até a própria plataforma. A recompensa por um pouco de esforço físico será uma vista absolutamente fantástica do agitado mar Báltico, da arborizada Floresta dos Trolls e da tranquila baía de Grankullaviken ao longe. A entrada para o mirante custa cerca de 60 SEK (cerca de R$ 30) e recomendo muito não deixar passar, porque a vista é inesquecível.

💡 Dica: A ilhota onde fica o farol Erik é ligada ao continente por uma pequena e estreita passarela para pedestres. O mar Báltico mostra aqui a sua força e, se venta muito forte, o acesso à plataforma externa do farol pode ser subitamente fechado por motivos de segurança. Por isso, confira a previsão do tempo atualizada antes de partir para o extremo norte da ilha.

11. O farol Långe Jan e a estação de aves de Ottenby

Enquanto o norte da ilha é vigiado por Erik, na própria ponta sul de Öland há séculos monta guarda o famoso Långe Jan (Jan, o Comprido). Com a respeitável altura de quase 42 metros, é o farol mais alto de toda a Suécia e um dos mais altos da Escandinávia. Foi construído já em 1785 e, para sua edificação, usaram-se praticamente as pedras de uma velha capela cristã em ruínas. A vista do seu topo para a estepe calcária infinita e para o mar é de tirar o fôlego, mas prepare-se para uma subida puxada de 197 degraus.

Os arredores do farol formam a reserva natural de Ottenby, mundialmente conhecida como uma renomada estação ornitológica. Durante as migrações de primavera e outono, descansam ali enormes bandos de aves que rumam do norte gelado para o sul ou vice-versa. Você encontra por aqui multidões de fotógrafos entusiasmados, de jaqueta impermeável e teleobjetivas gigantes, além de um excelente centro de visitantes moderno, onde é possível conferir uma exposição ou alugar um binóculo profissional.

💡 Dica: Ao pé do farol funciona um ótimo café e restaurante, o Fågel Blå, onde, depois de vencer todos aqueles degraus, você pode tomar com calma um café quente delicioso e uma torta tradicional. O próprio farol fica aberto para os visitantes da primavera ao outono e a entrada custa cerca de 60 SEK (cerca de R$ 30). No sul da ilha costuma fazer bem mais frio e o vento realmente não perdoa, então uma corta-vento é absolutamente indispensável.

12. O forte de Eketorp: um museu vivo da Idade do Ferro

Se você quer viver a história de verdade na própria pele e não aguenta só ler painéis informativos, vá até a parte sul da estepe calcária, ao forte de Eketorp. Trata-se de um forte circular de pedra totalmente reconstruído, cujas fundações originais remontam à Idade do Ferro. Um grupo de arqueólogos passou longos anos em escavações minuciosas e depois reergueu toda a maciça fortaleza exatamente como ela era há mil e quinhentos anos.

Dentro das poderosas muralhas de pedra funciona, da primavera ao outono, um museu vivo, onde circulam livremente porcos, ovelhas e galinhas. Guias vestidos com perfeitos trajes de época assam pães no fogo aberto, forjam ferro e demonstram a rotina diária dos antigos habitantes. As crianças podem experimentar tiro com arco, cunhagem de moedas ou ver como se dormia nas antigas cabanas.

💡 Dica: A entrada em Eketorp sai, na alta temporada de verão, por cerca de 130 SEK (cerca de R$ 60) por adulto. Reserve pelo menos duas a três horas para a visita, porque as demonstrações de ofícios históricos e as conversas com os guias entusiasmados são incrivelmente cativantes e envolvem tanto os adultos quanto os menores visitantes.

13. A necrópole de Gettlinge e os barcos de pedra de Mysinge

A rica história de Öland literalmente emerge do solo pedregoso a cada passo que você dá. Ao longo da principal estrada oeste, no sul da ilha, ficam vários sítios arqueológicos absolutamente fascinantes da Idade do Bronze e do Ferro, que permaneceram intactos por milênios. O mais imponente é, sem dúvida, a necrópole de Gettlinge, que se estende por quase dois quilômetros ao longo da borda da estepe calcária e conta com centenas de túmulos.

O que mais atrai atenção ali é um enorme barco de pedra de trinta metros de comprimento, primorosamente montado com blocos de granito fincados na vertical. Esses monumentos simbólicos eram erguidos pelos antigos nórdicos para seus chefes e guerreiros mortos, para facilitar-lhes a passagem para o além. Até hoje emana deles uma atmosfera fortemente mística. Um pouco mais ao norte você encontra a bem parecida e extensa necrópole de Mysinge, de onde há ainda uma bela vista panorâmica da paisagem plana ao redor.

💡 Dica: A entrada em ambas as necrópoles históricas é totalmente gratuita e, além disso, elas ficam bem à beira da estrada principal, então basta parar por vinte minutos a caminho do farol sul, o Långe Jan. Especialmente com a névoa da manhã ou no pôr do sol, as gigantescas pedras erguidas, cercadas por ovelhas pastando, ficam incrivelmente misteriosas e fotogênicas.

14. De bicicleta por Öland: um paraíso para ciclistas

Esqueça o carro por um momento e conheça a ilha em ritmo lento, do selim da bicicleta. Öland é feita para o ciclismo, porque é incrivelmente plana e o ponto mais alto de toda a ilha fica a apenas algumas dezenas de metros acima do mar. Você encontra aqui uma densa rede de ciclovias perfeitamente sinalizadas e seguras, que te levam ao longo da costa, pelas estepes calcárias floridas e por antigas vilas de pescadores.

A rota de longa distância mais conhecida para os verdadeiros entusiastas é a Ölandsleden, que tem respeitáveis 400 quilômetros e te leva por todos os cantos da ilha. Mas você nem precisa trazer a bicicleta de casa. Em Borgholm, em Färjestaden ou junto aos grandes campings funciona um monte de locadoras muito bem equipadas, onde, por cerca de 150 a 200 SEK (cerca de R$ 70 a R$ 90) por dia, você aluga uma bela bicicleta, incluindo capacete e mapa.

💡 Dica: Seu único inimigo nessa ilha completamente plana será o vento, que sopra do mar aberto praticamente sem parar. Por isso, ao planejar o passeio de bicicleta do dia, confira sempre a previsão e tente montar o trajeto de forma esperta, para ter o vento forte a favor pelo menos no percurso mais puxado de volta para a hospedagem.

15. Onde comer: lojas de fazenda, kroppkakor e fika

Öland é, com razão, famosa como a pérola agrícola da Suécia e os ingredientes locais são absolutamente de primeira. Durante o verão, em cada esquina você dá de cara com pequenas barracas de fazenda, onde pode comprar os incrivelmente doces morangos de Öland, queijos frescos ou um excelente aspargo verde. Recomendo muito parar nelas: aquele sabor cultivado sob o sol nórdico não se compara em nada ao do supermercado.

Quando se fala em almoço em Öland, os moradores logo recomendam kroppkakor. São grandes bolinhos de batata recheados com carne de porco e bacon, generosamente regados com manteiga derretida. É aquele clássico rústico do interior que, embora pareça bem simples, é exatamente o tipo de comida da qual você não consegue se desgrudar. Mas nos restaurantes locais experimente a excelente versão vegetariana recheada com cogumelos ou com uma deliciosa mistura de legumes, que costumam servir com o típico molho de amora-preta (lingonberry). Se você procura lugares específicos para comer bem, pare no restaurante Kaffestugan i Böda, onde fazem um menu local fantástico e pães caseiros. No sul, não deixe de fora o lendário café e padaria Gårdby Kafé & Lanthandel, que vai te encantar não só com os docinhos, mas também com o mágico interior retrô.

💡 Dica: Não deixe de fora o esporte nacional sueco chamado fika, que é a sagrada pausa da tarde para o café. Pare em uma das dezenas de aconchegantes padarias locais, peça um café coado forte e, junto, um pãozinho de canela recém-assado (kanelbulle) ou o tradicional e fofinho nó de cardamomo.

16. Kalmar: a porta renascentista para a ilha

Embora a cidade de Kalmar não fique na própria ilha, ela funciona como o principal ponto de acesso e merece, sem dúvida, pelo menos uma parada de meio dia antes de você atravessar a grande ponte para Öland. Essa linda cidade histórica foi, um dia, a mais importante fortaleza sueca na antiga fronteira com a Dinamarca, e suas velhas ruelas de paralelepípedos têm uma atmosfera incrível e muito serena.

O principal ímã para os visitantes é, claro, o Kalmar slott, disparado o castelo renascentista mais bem preservado de toda a Escandinávia. Foi justamente aqui que, em 1397, se assinou a famosa União de Kalmar, que, sob a batuta da rainha Margarida I, uniu todo o território nórdico. O castelo oferece interiores ricos e maravilhosos, corredores secretos e sombrios e excelentes visitas guiadas, pelas quais você paga cerca de 160 SEK (cerca de R$ 75).

💡 Dica: Passeie também pela pitoresca cidade velha (Gamla stan), perto do castelo, e dê uma olhada na marina local, onde ancoram os iates. É um ótimo lugar para almoçar, com vários restaurantes excelentes (experimente, por exemplo, o querido café Kullzénska Caféet para uma autêntica fika em uma casa histórica, ou o restaurante Postgatan para um ótimo almoço nórdico), com oferta do menu do dia com preço especial, chamado dagens rätt. Por um valor em torno de 120 a 150 SEK (R$ 55 a R$ 70), você recebe o prato principal, buffet de saladas, água e café — a melhor maneira de comer bem e barato na Suécia.

✈️ Passagens baratas
Procurando passagens baratas?
Compare todas as companhias e encontre as datas mais baratas. · Mais passagens baratas →
Encontrar voos →

Como chegar a Öland e como se locomover pela ilha

Chegar a Öland vindo de fora é bastante simples e, ao contrário da viagem para a vizinha Gotland, não exige reservas complicadas de balsas até a própria ilha. Vindo do Brasil, o mais prático é voar para Estocolmo ou Copenhague com companhias como LATAM, TAP ou outras conexões europeias, e de lá seguir para o sul. Se você aluga um carro na Suécia, uma opção é pegar uma balsa a partir de Rostock, na Alemanha, ou de Świnoujście, na Polônia, que te deixa no sul do país, nas cidades de Trelleborg ou Ystad. Dali, você tem cerca de três horas de viagem muito confortável pelas rodovias suecas (que são gratuitas) e por estradas que cruzam a pitoresca região de Småland até a cidade portuária de Kalmar. Os limites de velocidade na Suécia são rigorosamente fiscalizados, então realmente vale a pena respeitá-los — as multas conseguem encarecer bastante as férias.

De Kalmar, você chega à ilha pela já mencionada ponte de seis quilômetros, a Ölandsbron. A travessia não leva mais que dez minutos, é totalmente isenta de pedágio e funciona 24 horas por dia, então você não fica preso a nenhum horário de balsa. Se você viaja sem carro, pode chegar a Kalmar de trem a partir de Estocolmo ou Copenhague, ou usar o aeroporto local, o Kalmar Öland Airport, que recebe voos domésticos. De Kalmar, ônibus amarelos do transporte local (Kalmar Länstrafik) cruzam a ponte regularmente e te levam aos principais nós, como Färjestaden e Borgholm.

A própria Öland é uma ilha alongada, com 137 quilômetros de comprimento. Não dá de jeito nenhum para percorrê-la a pé, então, se você quer explorar tanto a ponta norte quanto a sul, um carro ou motorhome vai te dar a liberdade necessária. O trânsito na ilha é muito tranquilo; apenas em julho a principal estrada, a de número 136, pode congestionar de vez em quando. Como já mencionei, uma opção absolutamente fenomenal é conhecer Öland do selim da bicicleta. Graças ao terreno completamente plano e à densa rede de ciclovias seguras, separadas dos carros, a bicicleta serve como um meio de transporte totalmente válido até para os deslocamentos entre praias e campings.

Roteiro de 3 dias por Öland

No mapa, a ilha parece estreita, mas, por causa do seu comprimento, dá para passar horas dentro do carro. Se você tem cerca de três dias para a visita, o ideal é dividir Öland em três partes geográficas e dedicar cada dia a uma região. Assim você evita ficar subindo e descendo à toa. Como base estratégica de hospedagem para as três noites, escolha o centro da ilha, de preferência os arredores de Borgholm ou Färjestaden.

Dia 1: o sul místico e as estepes calcárias Logo no primeiro dia, parta para o extremo sul. O caminho de Borgholm até a ponta sul tem cerca de 80 quilômetros. Pare na antiga necrópole de Gettlinge, com o barco de pedra, e caminhe um trecho pela imensa estepe calcária Stora Alvaret, onde na primavera florescem orquídeas. Dedique a tarde à visita ao forte reconstruído da Idade do Ferro, Eketorp. Encerre o dia com a subida ao farol mais alto da Suécia, o Långe Jan, na reserva de Ottenby, observando as aves.

Dia 2: o centro real e os moinhos de vento No segundo dia, deixe os deslocamentos mais curtos no centro da ilha. De manhã, saia para explorar a majestosa ruína do castelo de Borgholm e, ao lado dela, a residência de verão da família real, Solliden, com seus jardins perfeitos. Para o almoço, vá diretamente à cidadezinha de Borgholm e, à tarde, siga para a costa leste. É justamente ali que você encontra as mais belas fileiras de velhos moinhos de vento, por exemplo em Lerkaka ou Störlinge, que, com o sol se pondo, criam um cenário perfeitamente romântico.

Dia 3: o norte selvagem e as praias caribenhas Dedique o último dia à parte norte, que fica a cerca de 60 quilômetros de Borgholm. Rume para a mágica Floresta dos Trolls (Trollskogen) e deixe-se encantar pelos pinheiros retorcidos pelo vento e pelos naufrágios. No caminho de volta, pare nos terraços calcários de Neptuni Åkrar, cheios de flores azuis. Dedique a tarde ao puro descanso e siga para o gigantesco resort Böda Sand, onde você pode passar o resto do dia na areia branquíssima e fina e se banhar na baía tranquila.

Para onde ir a partir de Öland

Se você tem mais tempo para descobrir o norte, sua viagem definitivamente não precisa terminar apenas nesta ilha ensolarada. O sul do país esconde inúmeros outros tesouros e nós temos guias detalhados prontos para você.

📶 DADOS PARA SUA VIAGEM
Internet no celular nas férias — com um eSIM
⚡ ativação por QR em 2 min · 📱 sem SIM físico · 🌍 35 países · a partir de 4,50 €
Escolha um eSIM para a Europa →
✅ Da equipe do blog de viagens Loudavým krokem · Nosso próprio projeto — lk-sim.com

Perguntas frequentes

Reunimos as respostas para as dúvidas mais comuns, que vão te ajudar a planejar sua viagem para esta ilha sueca ensolarada. Se você vai a Öland pela primeira vez, essas dicas práticas com certeza vão te poupar bastante tempo e preocupação.

Como chegar a Öland da melhor forma?

A forma mais fácil e econômica é de carro a partir da cidade continental de Kalmar, atravessando a ponte de seis quilômetros Ölandsbron. A travessia é totalmente gratuita e não há pedágio. Você pode chegar a Kalmar com seu próprio carro após desembarcar de balsa no sul da Suécia, ou há voos domésticos de Estocolmo, além de ônibus e trens diretos.

Quantos dias devo reservar para Öland?

Para que sua visita não seja apenas uma passagem rápida de carro, recomendo passar pelo menos três a quatro dias na ilha. Öland tem 137 quilômetros de extensão e os deslocamentos de norte a sul levam um bom tempo. Se você quiser incluir banhos nas praias de areia branca, ciclismo e relaxamento em campings, uma semana será absolutamente ideal e revigorante.

Preciso de carro para explorar a ilha?

Um carro ou motorhome te dará enorme liberdade, pois muitos monumentos, moinhos de vento e praias isoladas ficam fora do alcance das principais linhas de ônibus. Se você vier sem carro, a melhor alternativa é alugar uma bicicleta em Färjestaden ou Borgholm. A ilha é completamente plana e a rede de ciclovias é excelente e segura.

Qual é a principal diferença entre Öland e Gotland?

Gotland é conhecida principalmente pela cidade medieval de Visby e por suas dramáticas formações rochosas de calcário (raukar). Além disso, só é acessível por balsa relativamente cara. Öland, por outro lado, é ainda mais plana, cheia de antigos moinhos de vento, campings, praias de areia branca caribenha, estepes calcárias e é facilmente acessível de graça por carro através da ponte.

Onde encontro as melhores praias para banho?

Para as mais belas praias de areia, vá até o extremo norte da ilha, no resort Böda Sand, que oferece areia branca incrivelmente fina e entrada rasa na água. Ótimos banhos e um pouco mais tranquilos podem ser encontrados também nas baías ao redor da vila de Byxelkrok ou nas praias de seixos ao sul, perto da vila pesqueira de Grönhögen.

Dá para nadar no Mar Báltico?

Sim, e você ficará muito agradavelmente surpreso. Öland tem costas rasas e muitos dias ensolarados, então a temperatura da água nas baías rasas em julho e agosto frequentemente chega a 20-22 °C. A água não é quente como no Mediterrâneo, mas é absolutamente ideal para um banho refrescante de verão.

Öland é um destino adequado para famílias com crianças?

Öland é um verdadeiro paraíso para crianças. Você encontrará campings enormes e muito bem equipados com piscinas, ciclovias seguras sem subidas, o museu vivo Eketorp onde animais circulam livremente e se experimentam ofícios antigos, e muitas ruínas misteriosas para explorar. Além disso, graças ao clima insular mais ameno e ao vento, não há enxames de mosquitos como no norte da Suécia.

Qual é a melhor época para visitar?

Se você quiser ver as estepes floridas e orquídeas raras no Alvaret, vá em maio ou na primeira quinzena de junho. Para banhos de mar e clima de verão, julho e agosto são os melhores meses, mas esteja preparado para encontrar a ilha cheia de caravanistas suecos. Um belo meio-termo é setembro, quando as multidões diminuem e no final do mês acontece o famoso Skördefest.

Posts relacionados

LEAVE A REPLY

Please enter your comment!
Please enter your name here

Você está aqui

ViagensEuropaÖland, Suécia: 16 dicas do que ver na riviera sueca em...

Últimos artigos do blog