Adelaide, Austrália 2026: 18 dicas do que ver e fazer

Os moradores de Sydney e Melbourne adoram alfinetar Adelaide e fazer piada dizendo que é uma metrópole sonolenta. O paradoxo é que são justamente essas mesmas pessoas que vêm para cá fazer as melhores compras, comer muito bem e provar o melhor vinho de toda a Austrália. Afinal, Adelaide, na Austrália, é a capital não oficial dos festivais, da gastronomia e do bem-viver, onde ninguém tem pressa de nada. Além disso, é o único lugar do hemisfério sul onde você pode admirar pandas-gigantes.

A cidade costuma se orgulhar do apelido de “cidade dos vinte minutos”, porque você chega a qualquer lugar de forma incrivelmente rápida. Os locais até discutem hoje em dia se isso ainda vale no horário de pico da manhã, mas, como visitante, você vai ficar encantado com o tamanho compacto da cidade. Além disso, ao redor de todo o centro se estende um lindo anel de parques verdes, planejado ainda no século XIX pelo coronel Light, e que faz a cidade respirar uma calma inacreditável.

Se você procura um lugar onde não vai enlouquecer com a multidão e onde as filas para o café duram no máximo dois minutos, Adelaide é exatamente o que você quer. Enquanto o resto da Austrália às vezes não dá conta de tudo, o Sul da Austrália mantém seu próprio ritmo relaxado, pelo qual é muito fácil se apaixonar.

Conteúdo do artigo

Resumo para quem não tem tempo de ler o artigo inteiro

  • Quantos dias reservar: Para a cidade em si, dois a três dias em ritmo tranquilo são suficientes. Mas se você quiser explorar também as famosas regiões vinícolas ou ir até o litoral, planeje pelo menos cinco a sete dias.
  • Quando ir: O melhor clima vai de março a maio e depois no outono, de setembro a novembro. Janeiro costuma ser extremamente quente, com temperaturas passando dos quarenta graus.
  • Cuidado com o Mad March: Março é o mês dos festivais gigantes. A cidade fica com uma atmosfera inacreditável, mas os preços de hospedagem disparam e é preciso reservar tudo com muitos meses de antecedência.
  • Onde se hospedar: Para a primeira visita, o melhor é o centro da cidade (CBD), de preferência na região do East End. Se você busca tranquilidade, escolha North Adelaide; para os amantes do mar, a escolha certa é o bairro de Glenelg.
  • O que não perder de jeito nenhum: Uma degustação no Central Market, segurar um coala no Cleland Wildlife Park e um passeio de bonde histórico até o mar.
  • Transporte: Pelo próprio centro circulam ônibus e bondes especiais totalmente gratuitos, o que economiza bastante dinheiro em passagens.

Quando ir para Adelaide, na Austrália

O clima local é tipicamente mediterrâneo, o que significa verões quentes e secos e invernos amenos, embora às vezes chuvosos. Se você não gosta de calor extremo, evite janeiro e fevereiro, quando as temperaturas sobem normalmente acima dos trinta e cinco graus e, de vez em quando, encostam nos incômodos quarenta. Os invernos de julho e agosto, por outro lado, são bem frios, com máximas diárias em torno dos quinze graus, então banho de mar realmente está fora de cogitação.

Um verdadeiro fenômeno é o chamado Mad March (março maluco). Nesse período acontecem vários festivais enormes na cidade ao mesmo tempo, incluindo o famoso Adelaide Fringe e o musical WOMADelaide. A cidade pulsa de energia, com artistas de rua por todos os lados, barracas de comida e milhares de pessoas. É provavelmente a melhor época para vir aqui em busca de cultura e diversão.

Durante a temporada de festivais, os hotéis chegam a cobrar o dobro ou o triplo do preço normal, e as melhores acomodações desaparecem a uma velocidade impressionante. Portanto, se você planeja mergulhar na atmosfera dos festivais, precisa reservar as passagens e o quarto pelo menos dois a três meses antes, senão corre o risco de não conseguir nada ou de pagar uma fortuna pela hospedagem.

Como se locomover em Adelaide

O transporte pelo próprio centro é o sonho de todo viajante com orçamento apertado. A cidade opera os ônibus gratuitos City Connector, com os números 98 e 99, que circulam pelos principais pontos turísticos e levam você até o bairro de North Adelaide. Além disso, dentro da zona central o bonde também é totalmente gratuito, então, se você se hospedar de forma estratégica, não vai gastar nada com passagens de transporte público dentro da cidade.

Do aeroporto você chega ao centro sem nenhum problema e de forma muito barata. A melhor opção são os ônibus JetExpress, que pertencem ao Adelaide Metro, e passam mais ou menos a cada quinze minutos, levando de vinte a trinta minutos no trajeto. A passagem sai por poucos dólares, geralmente em torno de 4,55 AUD (cerca de R$ 17), o que é uma ninharia comparado a Sydney ou Melbourne. Se você tiver muita bagagem, pode usar o táxi tradicional, que até o centro custa entre vinte e trinta dólares australianos.

A situação fica um pouco mais complicada assim que você quer sair da cidade rumo às famosas vinícolas. O transporte público até as regiões vinícolas é, infelizmente, muito ruim e demorado, então não dá para confiar totalmente nele. A solução ideal é alugar um carro por alguns dias, porque as três principais regiões vinícolas ficam a menos de uma hora de carro do centro. Se você não quiser dirigir, terá que contar com passeios e tours organizados, que buscam você direto no hotel.

Onde se hospedar em Adelaide

💡 Dica de hospedagem e experiências: A gente prefere procurar hospedagem no Booking.com, onde costumam ter as melhores condições de cancelamento. Já os ingressos, passeios e atividades vale a pena comparar e comprar pelo GetYourGuide.

A escolha do bairro certo depende principalmente do tipo de viagem que você prefere e de quanto tempo vai passar aqui. Para a primeira visita, o melhor de todos é o distrito comercial central, o CBD, de onde você chega à maioria dos pontos turísticos a pé com facilidade. Recomendo procurar hotéis na região do East End, cheia de ótimos cafés e boutiques. À noite, por outro lado, é melhor evitar a Hindley Street, que costuma ser o centro da vida noturna agitada e às vezes fica bem barulhenta.

Se você busca algo um pouco mais tranquilo, mas ainda a pé, dê uma olhada no bairro de North Adelaide. Lá você encontra casas históricas lindas, ruas largas arborizadas e muitos restaurantes excelentes com uma atmosfera bem mais local. Já para os amantes de praia e famílias com crianças, a escolha certa é o bairro litorâneo de Glenelg, aonde você chega do centro de bonde histórico e onde pode curtir o pôr do sol sobre o oceano.

Quanto aos hotéis específicos, os viajantes elogiam muito o luxuoso Eos by SkyCity, que fica bem ao lado da estação, na Festival Drive. A diária aqui começa em cerca de 352 AUD (aproximadamente R$ 1.300) e você ganha em troca uma vista maravilhosa e uma cama enorme e confortável. Uma ótima opção intermediária é o Hotel Indigo Adelaide Markets, na Market Street, ao lado do famoso mercado, onde os quartos saem a partir de 199 AUD (cerca de R$ 740). Bem em conta e estrategicamente localizado no East End está o Majestic Roof Garden Hotel, que oferece quartos espaçosos a partir de 202 AUD (cerca de R$ 750). Todos esses hotéis podem ser reservados facilmente pelo Booking.

Onde comer em Adelaide

Adelaide é literalmente um paraíso para todos os gourmets, seja você quem busca um jantar luxuoso ou apenas um café rápido com uma padaria perfeita. A cena gastronômica daqui aproveita a proximidade do oceano e dos férteis vales vinícolas, então ingredientes frescos definitivamente não faltam.

Se você procura um ótimo café da manhã ou brunch, vá até o Peter Rabbit, um café aconchegante escondido num jardim na Hindley Street. Para os amantes da fusão asiática moderna, uma ótima escolha é o restaurante Shōbōsho, onde preparam pratos fantásticos na chama aberta. E os vegetarianos não deveriam deixar de conhecer o Staazi & Co, o lendário bistrô grego vegano na Grenfell Street, cujo pita yiros e as batatas fritas perfeitamente crocantes deixam os viajantes sem palavras.

Também não podemos esquecer dos jantares com atmosfera. Recomendo o Osteria Oggi, que com suas massas e seu interior lindo transporta você na hora para a Itália. E para o melhor hambúrguer ou uma fatia de pizza na mão, volte ao Central Market, onde sempre tem algo gostoso para comer.

18 dicas do que ver e fazer em Adelaide

Então vamos lá. Adelaide oferece mais do que parece à primeira vista.

1. Adelaide Central Market

Se você ama boa comida, seus primeiros passos têm que ir, com certeza, até esse santuário culinário. Esse mercado histórico funciona no mesmo local desde 1869, o que o torna algo totalmente único em toda a Austrália. Aqui você encontra mais de setenta barracas diferentes sob um mesmo teto, onde se misturam o aroma de café recém-torrado, frutas maduras e especiarias exóticas. É um lugar onde os locais não passam o tempo só fazendo compras, mas principalmente conversando e procurando o melhor queijo da Smelly Cheese Co. ou pães frescos que esperaram a semana inteira.

O mercado é um verdadeiro paraíso para todos os vegetarianos e amantes de queijo. Não deixe de parar na barraca número 44, onde fica a lendária Smelly Cheese Co., e peça uma recomendação dos melhores queijos locais do Sul da Austrália. Além disso, você vai descobrir aqui muitas padarias pequenas com pães frescos e barracas com comida excelente sem carne. As noites de sexta costumam ser mais tranquilas que o pico agitado de sábado, então, se você quiser aproveitar o mercado com calma, vá de preferência antes do fim de semana.

Antes de começar a planejar a visita, tome muito cuidado com o horário de funcionamento. O mercado fica completamente fechado todo domingo e segunda-feira, o que já surpreendeu muitos viajantes despreparados. Fica aberto de terça a sábado, sendo que na sexta fecha só às nove da noite, enquanto no sábado já às três da tarde. 💡 Dica: combine a visita ao mercado com um café da manhã tardio em algum dos cafés próximos e só depois saia para descobrir o resto da cidade.

2. North Terrace: galeria, museu e biblioteca de graça

Esse largo bulevar arborizado é o coração cultural de todo o Sul da Austrália. Aqui você encontra três instituições absolutamente essenciais cuja entrada é totalmente gratuita o ano inteiro, o que é uma ótima notícia para o seu orçamento de viagem. A primeira parada deve ser a Art Gallery of South Australia, aberta todos os dias das dez às cinco, e que abriga inacreditáveis quarenta e sete mil obras de arte de todo o mundo e de criadores locais.

Bem no prédio ao lado fica o South Australian Museum, que você definitivamente não deveria perder. Ele abriga uma das maiores e mais completas coleções de cultura aborígene do mundo, com respeitáveis trinta mil objetos. Percorrer as exposições que mapeiam a história e a cultura dos povos originários é uma experiência incrivelmente forte e instrutiva. O museu abre todos os dias e oferece muitos elementos interativos, então você facilmente passa uma tarde inteira aqui.

O trio se completa com a State Library, mais precisamente sua ala histórica, conhecida como Mortlock Wing. Esse espaço maravilhoso, com balcões de ferro forjado e relógios antigos, costuma figurar entre as bibliotecas mais bonitas do mundo. Parece saída diretamente dos filmes do Harry Potter, e reina ali um silêncio lindo e respeitoso. É o lugar ideal para se refugiar por um momento do calor do verão e simplesmente admirar a linda arquitetura vitoriana.

3. Adelaide Botanic Garden e a vitória-régia

Bem pertinho do centro agitado se estende um enorme oásis de verde, aonde os locais vão descansar da correria da metrópole. A entrada no jardim botânico é totalmente gratuita e você encontra aqui uma quantidade enorme de seções temáticas, de roseirais até densas florestas de samambaias. O jardim é imenso, então você pode passear por várias horas sem problema e descobrir sempre novos cantinhos cheios de plantas exóticas e locais.

A joia arquitetônica de todo o jardim é a histórica Palm House, de 1875. Essa estufa foi trazida da alemã Bremen e, desde 2024, ainda é decorada por um deslumbrante lustre de vidro do famoso vidreiro Dale Chihuly. Logo ao lado fica o Museum of Economic Botany, aberto todos os dias das dez às quatro, e que dizem ser o último museu de seu tipo no mundo. Lá dentro você pode ver fascinantes modelos históricos de frutas e plantas feitos de papel machê.

Mas o maior chamariz para muitos visitantes é o pavilhão especial Amazon Waterlily Pavilion. É aqui que, de setembro a abril, floresce a majestosa vitória-régia, cujas folhas gigantes chegam a até 165 centímetros de diâmetro. Cada flor dela dura apenas quarenta e oito horas, então vê-la em plena beleza é um pequeno milagre botânico. 💡 Dica: leve uma toalha e algo gostoso para comer, é provavelmente o lugar mais bonito para um piquenique em toda a cidade.

4. Adelaide Oval e a coleção de Don Bradman

Esse estádio não é um espaço esportivo qualquer, mas um verdadeiro ídolo para todos os fãs de críquete e futebol australiano. Mesmo que você não se interesse nem um pouco por esporte, a arquitetura maravilhosa do estádio cercado de verde vai te encantar. Se você quiser conhecer os bastidores, pode pagar por uma visita guiada por cerca de 17 AUD (cerca de R$ 65), que leva você até os vestiários históricos e ao icônico placar antigo, que ainda é operado manualmente.

Para os verdadeiros amantes de adrenalina, há a experiência chamada RoofClimb. Nela, você veste macacões especiais e sai para caminhar sobre o teto do estádio, a cinquenta metros de altura acima do gramado. Do alto, você tem uma vista de tirar o fôlego de toda a cidade e do litoral próximo. Os preços variam de acordo com o horário do dia, então o melhor é conferir a oferta atual direto no site oficial da atração.

Dentro do estádio também há um museu dedicado à maior lenda do críquete australiano, Sir Donald Bradman. A entrada na Bradman Collection é totalmente gratuita e você encontra uma enorme quantidade de fotografias históricas, troféus e objetos pessoais. A exposição é feita de forma muito moderna e envolvente, então, mesmo que você não conheça as regras do críquete, vai entender facilmente por que esse esporte é quase uma religião para os australianos.

5. Os barquinhos Popeye e o Elder Park

O rio Torrens, que corre preguiçosamente pela borda do centro, é o lugar ideal para uma tarde tranquila. Uma das tradições mais queridas é o passeio nos barquinhos históricos Popeye, que levam turistas por aqui desde 1935. A frota dessas embarcações fofas é tão ligada à cidade que, durante sua visita em 1977, até a própria rainha Elizabeth II passeou nelas. Os preços atuais das passagens você encontra no site deles.

Se você prefere força própria, alugue direto na margem os pedalinhos, que funcionam desde os anos sessenta e são uma ótima diversão tanto para crianças quanto para quem busca um pouco de romance. A superfície calma do rio, o horizonte moderno e os parques ao redor, juntos, oferecem uma experiência surpreendentemente relaxante.

Todas essas diversões aquáticas começam no querido Elder Park. Esse parque extenso, de 1882, com seu típico coreto histórico, funciona como um ponto de encontro popular dos moradores locais. Aqui acontecem com frequência vários shows ao ar livre, festivais e eventos comunitários. 💡 Dica: passe no café próximo, compre um café para viagem e sente-se na grama do parque com vista para os barquinhos passando; é o relax perfeito.

6. Rundle Mall: os porquinhos de bronze e a chocolateria Haigh’s

Esse calçadão é a principal artéria comercial de toda a cidade e um lugar que vive em constante movimento. Seu maior símbolo é o quarteto de porquinhos de bronze, chamados Horatio, Truffles, Augusta e Oliver, e você os encontra “fuçando” descontraidamente no lixo bem no meio da rua. Pertinho deles se ergue outra escultura icônica, de Bert Flugelman, que os locais só chamam de Mall’s Balls, e que serve como ponto de encontro favorito.

Ao caminhar pela rua, você definitivamente não pode perder o lindo edifício histórico Adelaide Arcade, de 1885. Foi o primeiro prédio de varejo de toda a Austrália a ser iluminado por energia elétrica, e mantém até hoje seu charme vitoriano refinado. 💡 Dica: no andar superior dessa galeria se esconde o fantástico e retrô Two-Bit Villains, onde fazem hambúrgueres vegetarianos e veganos absolutamente perfeitos, que encantam até os carnívoros mais convictos.

Na esquina do calçadão, chamada Beehive Corner, você encontra a loja principal da famosa chocolateria Haigh’s Chocolates. Essa empresa produz chocolate de altíssima qualidade desde 1915 e os locais são apaixonados por ele. Com certeza compre umas trufas para a viagem. Se você quiser ver como o chocolate é feito, a empresa oferece visitas gratuitas à sua fábrica, mas atenção, porque elas acontecem no centro de visitantes no bairro de Parkside, e não aqui no centro.

7. Adelaide Zoo e os únicos pandas do hemisfério sul

Pertinho do jardim botânico fica o zoológico, que até não está entre os maiores do mundo, mas definitivamente tem muito a oferecer. Seu maior chamariz de todos é, sem dúvida, o novo casal de pandas-gigantes, chamados Xing Qiu e Yi Lan. Esses animais lindos chegaram aqui da China em 2024 e são os únicos pandas que você pode ver em todo o hemisfério sul, o que torna a visita a eles uma experiência absolutamente exclusiva.

O zoológico é bem compacto, lindamente sombreado por árvores frondosas e projetado para que você fique realmente perto de muitos animais. A entrada para adulto sai a 49,50 AUD (cerca de R$ 185), mas, se você viaja com crianças, vale a pena o ingresso familiar a partir de 124 AUD (cerca de R$ 460). Crianças até quatro anos, além disso, não pagam nada, o que com certeza agrada muitos pais.

Além dos pandas, você encontra aqui, claro, muitos animais tipicamente australianos, de cangurus a papagaios coloridos. O zoológico dá muita ênfase à proteção de espécies ameaçadas, então você sai com fotos e também com a consciência de por que os pandas comem sempre bambu e mesmo assim continuam ameaçados (spoiler: é complicado). 💡 Dica: tente cronometrar sua visita para conseguir ver a alimentação comentada dos pandas, costuma ser um espetáculo incrivelmente fofo.

8. O jardim japonês Himeji e o anel de parklands

Na borda sul do centro fica uma joia pequena e muitas vezes ignorada, que você definitivamente não deveria perder. O jardim japonês Himeji foi doado à cidade em 1982 por uma cidade-irmã do Japão, e é um lugar incrivelmente tranquilo, feito para a contemplação silenciosa. O jardim é projetado no estilo tradicional kare-sansui, ou seja, como um jardim seco, com areia cuidadosamente rastelada, pedras e lagos em miniatura.

O jardim é realmente pequenininho e você percorre ele inteiro em dez a quinze minutos, mas seu encanto está justamente nessa intimidade e no silêncio que ele diretamente convida: a entrada é gratuita, a água borbulha sobre as pedras, as árvores lançam uma sombra agradável e o barulho da cidade quase não chega até aqui, mesmo você estando a poucos passos das principais avenidas.

A visita ao jardim é ideal para combinar com uma caminhada mais longa pelos chamados parklands. Esse enorme anel de verde, que envolve completamente todo o centro, está inscrito na lista do patrimônio nacional. Foi idealizado em 1837 pelo já mencionado coronel Light e, graças a ele, Adelaide é uma das metrópoles mais verdes do mundo. Se você quiser ver a cidade do alto, vá até o mirante Light’s Vision, no morro Montefiore Hill.

9. De bonde até a praia de Glenelg

Um passeio de bonde histórico até o mar é um clássico absoluto que nenhum visitante deveria perder. A linha de bonde original funciona por aqui desde 1873, quando circulavam vagões a vapor, e em 1929 foi completamente eletrificada. É, na verdade, a única linha de bonde que sobreviveu à extinção em massa das linhas nos anos cinquenta, e hoje é um símbolo orgulhoso do transporte urbano.

O embarque no centro da cidade é muito simples, os bondes passam bem pela praça Victoria Square. Enquanto a viagem dentro do centro e direto pela Jetty Road em Glenelg é gratuita, o trecho principal entre a cidade e a praia é pago. O trajeto leva cerca de meia hora e você paga a tarifa comum (os valores exatos estão no site do Adelaide Metro). As passagens podem ser pagas facilmente com cartão por aproximação direto no veículo, então você não precisa procurar nenhuma máquina.

Assim que você descer na última parada, vai se encontrar bem em frente a uma linda praia de areia e um longo píer. A avenida principal, Jetty Road, é cheia de ótimos cafés, sorveterias e lojinhas, onde dá para gastar de forma agradável. 💡 Dica: pare aqui para jantar e aproveite o pôr do sol mais lindo sobre o oceano, que tinge todo o céu de tons inacreditáveis de rosa e laranja.

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10. Passeio com golfinhos selvagens saindo de Glenelg

Já que você vai estar no bairro de Glenelg, precisa sair em busca dos animais que habitam as águas costeiras daqui. A empresa local Temptation Sailing organiza fantásticos passeios em busca de golfinhos selvagens, que estão entre as melhores experiências de todo o Sul da Austrália. Não se trata de nenhuma piscina ou baía fechada, os animais vivem aqui totalmente livres no oceano aberto e só se aproximam do barco quando eles mesmos querem.

Você pode escolher entre dois tipos de ingresso, dependendo de quão corajoso é. O passeio básico, com observação dos golfinhos do convés, custa a partir de 92 AUD (cerca de R$ 340); se você quiser nadar com eles na água, prepare-se para gastar cerca de 154 AUD (cerca de R$ 570). O passeio todo dura aproximadamente quatro horas e a tripulação do barco faz o máximo para não perturbar os animais e respeitar seu ambiente natural.

Se você optar pelo mergulho, vai receber uma roupa de neoprene e um snorkel, e vai se segurar em uma corda especial na parte de trás do barco. Os golfinhos são, por natureza, muito curiosos e frequentemente se aproximam dos nadadores incrivelmente perto, então você vai ter um contato visual com eles que não se esquece. Mesmo que você decida ficar seco no convés, observar esses animais lindos saltando na onda de proa do barco é simplesmente mágico.

11. Port Adelaide: reserva de golfinhos e arte de rua

O bairro portuário de Port Adelaide tem uma atmosfera incrivelmente crua e autêntica, totalmente diferente do centro polido. O maior atrativo daqui é o Adelaide Dolphin Sanctuary, que é a primeira reserva urbana de golfinhos do mundo. Foi fundada em 2005 e, numa área de mais de cento e dezoito quilômetros quadrados, vive aqui uma população fixa de golfinhos, que você pode observar direto da margem ou do convés de um barco de passeio.

Se você quiser ir para a água, recomendo usar os serviços da Port River Cruises, onde o ingresso sai a cerca de 55 AUD (cerca de R$ 205). Durante o passeio, você não só vai ver golfinhos brincando, como também vai passar por um fascinante cemitério de navios, onde carcaças enferrujadas de embarcações antigas despontam da água, criando uma atmosfera até um pouco misteriosa e levemente pós-apocalíptica, incrivelmente fotogênica.

Quando você voltar para terra firme, com certeza dedique um tempo a explorar a própria cidadezinha. Os velhos prédios industriais e galpões são decorados por murais enormes e lindos, do festival de arte de rua Wonderwalls. Também vale a visita ao South Australian Maritime Museum, com entrada de 23,50 AUD para adultos (cerca de R$ 90), onde você descobre tudo sobre a história marítima da região e a vida dura dos primeiros colonos, que chegavam aqui da Europa.

12. Mount Lofty e a subida a partir de Waterfall Gully

Se você quiser se exercitar um pouco e, ao mesmo tempo, ver a cidade de uma perspectiva aérea, precisa ir até o Mount Lofty. Esse pico se ergue a setecentos e dez metros de altura e, em dias claros, dele você enxerga a cidade inteira até a distante Kangaroo Island. Mas os locais adoram tanto vir aqui que, no fim de semana, você tem que abrir caminho na multidão. O acesso ao mirante em si é totalmente gratuito e é um dos lugares favoritos aonde os locais vão para clarear a mente.

Mas o maior desafio é a subida a pé até o topo, que começa no vale Waterfall Gully. A trilha tem cerca de quatro quilômetros ida e volta, com um desnível de cerca de 470 metros, e leva aproximadamente uma hora e meia a três horas, dependendo do seu condicionamento físico. A trilha é bem íngreme e às vezes você sua de verdade, mas aquela sensação de chegar lá em cima e olhar para o vale vale cem por cento o esforço.

Na subida, além disso, você passa por várias cachoeiras menores e uma natureza linda, cheia de eucaliptos antigos. 💡 Dica: faça a subida bem cedo de manhã ou evite os fins de semana. A trilha é enormemente popular entre os locais fissurados em fitness e, no sábado de manhã, às vezes se formam filas intermináveis de gente, o que estraga um pouco a verdadeira experiência de natureza selvagem.

13. Cleland Wildlife Park: aqui você segura um coala

Essa é uma dica absolutamente essencial para quem sonha em segurar um coala no colo na Austrália. Diferente de Sydney ou Melbourne, onde segurar coalas é rigorosamente proibido por lei, no Sul da Austrália isso ainda é legal. Como o famoso parque Lone Pine em Brisbane abandonou essa prática em 2024, o Cleland é, atualmente, provavelmente o lugar mais acessível do país onde você pode realmente realizar esse grande sonho.

A experiência em si, chamada “Hold a Koala”, sai por 89,50 AUD (cerca de R$ 330), além da entrada comum, que é de 35,80 AUD para adulto e 20 AUD para criança. Mas a capacidade é extremamente limitada, a atividade acontece exclusivamente às terças e sábados às 14h30 e só podem participar quatro pessoas com mais de treze anos. Você precisa reservar com muitas semanas de antecedência e tome muito cuidado: o check-in na bilheteria tem que ser feito até as 14h no máximo, senão o ingresso vira pó sem nenhum reembolso!

Se isso parecer caro ou indisponível, não se desespere. Dentro da entrada básica, o parque oferece todos os dias, entre onze e meio-dia, a experiência “Koala Close-up”, onde você pode pelo menos ver um coala de perto e fazer um carinho. (Essa opção só é cancelada nos dias em que as temperaturas passam dos trinta e dois graus). No enorme parque, que se estende por trinta e cinco hectares, além disso, você pode passear livremente entre cangurus saltitantes e emus. Os animais vivem muito bem aqui e a visita é incrivelmente próxima.

14. A vila alemã de Hahndorf

A apenas vinte e cinco minutos de carro do centro, você se vê num mundo completamente diferente, que lembra mais a velha Europa do que a Austrália selvagem. Hahndorf é o assentamento alemão preservado mais antigo de todo o país, fundado em 1839 por luteranos prussianos sob a liderança do capitão de navio Hahn. A rua principal é ladeada por lindas casinhas históricas de pedra e tijolo, sombreadas por árvores centenárias, e reina ali uma atmosfera bem relaxada, quase festiva.

Para os amantes de arte, é obrigatória a visita à propriedade The Cedars, onde viveu o famoso pintor Hans Heysen. A entrada nessa casa histórica de 1912 custa 25 AUD (cerca de R$ 95) e, desde o verão de 2026, funciona ali uma galeria novinha, a Heysen: A Shared Legacy. Passear pelo ateliê original do artista e pelos jardins que o inspiraram a vida toda é uma experiência maravilhosamente poética, que agrada até quem normalmente não é muito ligado a artes plásticas.

E o que seria de uma vila alemã sem uma comida decente. A maioria dos visitantes elogia as enormes especialidades de carne e as linguiças locais, mas os vegetarianos também encontram o que gostam aqui. As padarias locais oferecem pães tradicionais fantásticos e um strudel de maçã absolutamente perfeito, atrás do qual as pessoas vêm de longe. Pare em algum dos cafés, peça um café e um strudel quentinho e aproveite o belo contraste entre a tradição alemã e o sol australiano.

15. Barossa Valley e o vinho de cem anos

Se alguma região é sinônimo de vinicultura australiana, é sem dúvida o Barossa Valley, a cinquenta minutos de distância. Essa região é mundialmente famosa sobretudo por seus vinhos tintos encorpados e potentes, dos quais a rainha é a variedade Shiraz. As colinas onduladas cobertas por fileiras arrumadas de videiras parecem, na luz da manhã, um calendário toscano, só que, em vez de chianti, você recebe na taça um Shiraz mais encorpado e escuro do que esperava. 💡 Dica: pare no mirante Mengler Hill Lookout, de onde você tem o vale inteiro na palma da mão.

De longe, a experiência mais única aqui é oferecida pela histórica vinícola Seppeltsfield e sua Centennial Cellar, de 1878. Você pode pagar aqui pela chamada A Taste of History Tour, na qual você prova o vinho licoroso Para Tawny, que envelheceu no barril por exatamente cem anos. Essa experiência de meia hora sai por 185 AUD (cerca de R$ 690), mas provar uma bebida que foi feita há um século inteiro é algo que não acontece em qualquer lugar.

Depois de todas essas degustações, com certeza vai bater fome. Os viajantes recomendam calorosamente uma parada na Maggie Beer’s Farm Shop, que funciona todos os dias das dez às quatro e meia. Você pode comprar aqui várias geleias locais, patês e molhos, ou simplesmente sentar à beira do lago e curtir um piquenique leve com ingredientes locais. Melhor encerramento para um dia cheio de degustações você não poderia desejar.

16. McLaren Vale e o d’Arenberg Cube

Ao sul da cidade, a menos de quarenta minutos de carro, fica outra famosa região vinícola, com uma atmosfera um pouco mais moderna e brincalhona. O símbolo de todo o McLaren Vale, nos últimos anos, virou o impressionante edifício d’Arenberg Cube, que parece um cubo mágico gigante jogado bem no meio dos vinhedos. O prédio, de 2017, custou incríveis quinze milhões de dólares e, além das salas de degustação, abriga também um museu maluco de ilusões de ótica. É melhor conferir a entrada antes de ir no site oficial.

A região é enormemente popular e, nos fins de semana, costuma ficar bem cheia. 💡 Dica: se você tiver a possibilidade, faça as degustações de vinho num dia de semana pela manhã; você vai ter muito mais calma para tudo e a equipe das vinícolas vai ter tempo de te atender pessoalmente e contar as histórias por trás de cada safra.

Uma atmosfera totalmente especial a região tem no fim de semana, graças às feiras de produtores. Se você vier aqui no sábado de manhã (atenção, no domingo não tem feira!), com certeza pare no famoso Willunga Farmers Market. Você vai comprar aqui verduras frescas absolutamente fantásticas, queijos, pães e produtos artesanais direto dos produtores locais. A atmosfera aqui é incrivelmente comunitária e um café da manhã feito com os ingredientes comprados tem gosto divino.

17. Victor Harbor e o bonde a cavalo até Granite Island

Quando você se cansar do vinho e da cidade, vá para o sul, rumo ao oceano, até o querido balneário de Victor Harbor. A principal atração dessa cidadezinha litorânea é o histórico bonde puxado a cavalo, que leva você por uma longa ponte de madeira até a vizinha Granite Island. É um dos últimos bondes desse tipo no mundo que ainda está em operação regular. Os cavalos de tração são enormes, lindos e visivelmente bem cuidados, então o passeio com eles é um lindo retorno ao passado (confira o preço da passagem antes no site).

A ilha de Granite Island é conhecida por suas dramáticas formações rochosas, nas quais se quebram as ondas selvagens do oceano. Mas preciso te avisar honestamente sobre uma coisa: guias mais antigos vão te atrair para cá com a colônia de pinguins-azuis, mas eles infelizmente quase não estão mais aqui. Enquanto nos anos noventa viviam aqui mais de cinco mil, hoje restam apenas cerca de vinte e cinco indivíduos, então a chance de você vê-los é totalmente mínima e não faz sentido vir aqui só por causa deles.

Mas, no lugar dos pinguins, você pode esperar habitantes marinhos bem maiores. Se você vier aqui durante o inverno australiano (aproximadamente de junho a setembro), tem uma chance enorme de ver baleias-francas-austrais. Esses cetáceos majestosos vêm até as águas quentes daqui para criar seus filhotes e, muitas vezes, você pode observá-los com binóculos direto das falésias ao longo do litoral, sem precisar pagar por um passeio de barco caro.

18. Mad March: Adelaide Fringe e cia.

Como já mencionamos na introdução, o fim de fevereiro e março transformam a pacata cidade de forma irreconhecível. A maior estrela desse período é, sem dúvida, o festival Adelaide Fringe, que é o segundo maior festival do gênero no mundo, logo depois do de Edimburgo, na Escócia. Ao longo de algumas semanas, acontecem na cidade milhares de apresentações, de stand-up comedy a teatro, passando por acrobacias de tirar o fôlego e shows de mágica.

A cidade inteira se veste de festa por esse mês. Nos parques surgem tendas enormes, bares temporários feitos de contêineres de navio e instalações de luz. Logo depois do Fringe segue, sem pausa, o festival de música WOMADelaide, que traz artistas do mundo todo e acontece no lindo ambiente do jardim botânico. Além disso, no mesmo período, também acontece o prestigioso Adelaide Festival, mais voltado à música erudita e à ópera.

A atmosfera nas ruas, nessa época, é simplesmente mágica e todo mundo fica incrivelmente amigável e relaxado. Em resumo, se a paz e a tranquilidade normalmente te entediam em três dias, março em Adelaide vai te convencer de que existe uma atmosfera de bem-viver que simplesmente não tem como enjoar. Se você não se importa com preços de hospedagem mais altos e com multidões, uma visita durante o Mad March é a melhor experiência que você pode levar daqui.

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Para onde ir a partir de Adelaide

Depois de explorar a cidade e seus arredores mais próximos, o Sul da Austrália ainda tem alguns trunfos na manga. O passeio mais famoso é, sem dúvida, a intocada Kangaroo Island, que é um paraíso para os amantes da natureza selvagem. Costumam organizar passeios de um dia para cá, mas, honestamente, preciso te dizer que um passeio desses significa uma maratona de dezesseis horas de ônibus, da qual você vai sair só destruído. A ilha é enorme e, se você quiser realmente aproveitá-la, reserve pelo menos dois a três dias e alugue um carro.

Se você tiver mais tempo e o Outback selvagem te atrai, vá para o norte. Vale a visita à fascinante cidade subterrânea de Coober Pedy, onde se extraem opalas e as pessoas vivem em cavernas por causa do calor extremo. Pertinho dela você encontra a dramática cordilheira Flinders Ranges, que oferece trekkings incríveis e cenários com milhões de anos.

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Perguntas frequentes

Se você vai a Adelaide pela primeira vez, provavelmente tem um monte de perguntas passando pela cabeça. Afinal, não é um destino qualquer e o planejamento da viagem exige bastante informação.

Por isso, reunimos para você as respostas às dúvidas mais comuns, que vão te ajudar na decisão e facilitar os preparativos. Do transporte à segurança, passando pelos animais – aqui você encontra tudo bem juntinho. 😉

Vale a pena visitar Adelaide?

Com certeza sim. Embora às vezes seja ignorada pelos moradores da costa leste, os viajantes não param de elogiar a cidade. É uma cidade incrivelmente tranquila, com excelente qualidade de vida, comida maravilhosa e algumas das melhores regiões vinícolas do mundo, sem multidões nem preços inflacionados pelo turismo.

Quantos dias reservar para a visita?

Para o centro e as principais atrações, dois a três dias são suficientes. Mas se você quer explorar também as regiões vinícolas ao redor, como Barossa Valley, ou ir até o oceano, planeje pelo menos cinco a sete dias.

Qual é a melhor época para visitar e o que é Mad March?

O ideal é outono e primavera (março a maio e setembro a novembro). Mad March é o nome dado ao mês de março, quando a cidade recebe vários festivais enormes ao mesmo tempo (como o Fringe). A atmosfera é incrível, mas os hotéis dobram de preço e esgotam com muita antecedência.

Adelaide é mais barata que Sydney?

Sim e não. Hospedagem e transporte público são bem mais baratos, o que alivia a carteira. Mas um detalhe surpreendente é que, segundo estatísticas, os gastos em restaurantes e comida saem um pouco mais caros aqui do que em Sydney ou Melbourne.

Como ir do aeroporto ao centro?

A opção mais simples e barata são os ônibus JetExpress da empresa Adelaide Metro. Passam aproximadamente a cada quinze minutos, a viagem dura cerca de vinte minutos e a passagem custa alguns dólares. Um táxi comum até o centro normalmente custa entre vinte e trinta dólares.

Preciso de carro para visitar as vinícolas?

Se você quer explorar as vinícolas por conta própria, o carro é praticamente essencial, porque o transporte público para essas regiões é muito limitado. A alternativa é pagar por um tour organizado com guia, ou usar os ônibus especiais hop-on que circulam, por exemplo, por McLaren Vale.

Onde posso realmente segurar um coala?

Enquanto em Sydney ou Melbourne isso é ilegal, na Austrália do Sul é permitido. O lugar mais acessível é o Cleland Wildlife Park, perto do centro. A experiência custa 89,50 AUD, acontece apenas às terças e sábados à tarde e as vagas se esgotam rapidamente, então você precisa reservar com semanas de antecedência.

Dá para conhecer Kangaroo Island em um dia?

Tecnicamente é possível através de tours organizados, mas não recomendo. Será um dia exaustivo de dezesseis horas passado praticamente dentro do ônibus. A ilha é enorme e para realmente aproveitar a natureza do local você precisa de pelo menos dois a três dias.

O que fazer em Adelaide com crianças?

A cidade é perfeita para famílias. Não deixe de visitar o zoológico com os pandas gigantes, que deixam as crianças de boca aberta. Também é ótimo o passeio de bonde histórico até o mar em Glenelg ou a visita aos parques, onde há muito espaço para correr.

Adelaide é uma cidade segura?

Sim, é uma das grandes cidades mais seguras do mundo e durante o dia você não precisa se preocupar com nada. Mas depois de escurecer é melhor evitar áreas mal iluminadas dos grandes parques e a Hindley Street, onde às vezes fica agitado demais por causa das baladas e do álcool.

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