No final de janeiro, fizemos uma viagem de trem pela Polônia e Eslováquia, passando por Cracóvia, Zakopane e pelos Tatras poloneses e eslovacos — e na volta, paramos em Bratislava. Viajamos de trem e ônibus, levando apenas nossas mochilas. O que vimos, quanto gastamos e um roteiro detalhado para você repetir essa aventura — tudo isso você encontra neste artigo.
Sobre como ficamos presos nos Tatras poloneses e quase voltamos para casa, você pode ler AQUI!
Praga > Cracóvia > Zakopane > Tatranská Bystrica > Bratislava > Praga
O que vimos, onde dormimos e como nos deslocamos, passo a passo
Cracóvia
Depois de uma visita à mãe do Lukáš em Bruntál, partimos rumo à Cracóvia, na Polônia. Com uma conexão simples a partir de Ostrava (Leo Express, cerca de 10 € por pessoa), chegamos ao centro de Cracóvia, onde tudo fica a uma curta caminhada da rodoviária. Para quem vem do Brasil, o mais prático é voar até Cracóvia (aeroporto John Paul II) com conexão em alguma capital europeia — companhias como LOT, Lufthansa ou KLM costumam oferecer boas opções.
Se você chegar no horário de pico, não recomendamos pegar táxi — nós demoramos o mesmo tempo de carro que no dia seguinte a pé, pela mesma rota.
Para hospedagem, recomendamos o BC 29 Residence, um espaço lindo pertinho do centro, onde o quarto sai por cerca de 52 € incluindo um café da manhã caprichado.
Nosso primeiro destino: Cracóvia
Ao chegarmos (à tarde), conseguimos visitar o Castelo Real de Wawel e recomendamos também uma visita ao MOCAK — o Museu de Arte Contemporânea, que funciona nos galpões da antiga fábrica de Oskar Schindler.
Cracóvia dá para conhecer em meio dia
Para jantar, vá ao Plac Nowy 1 — fica pertinho da hospedagem, tem uma pizza excelente e cervejas locais que valem a pena.
Conseguimos explorar todo o centro histórico em uma manhã e sem transporte público, então se você não se importa de andar bastante, não precisa gastar com passagens.
Depois do almoço, já seguimos rumo aos Tatras poloneses, para a cidadezinha de esqui Zakopane. De Cracóvia, você chega a Zakopane por cerca de 5 € por pessoa e a viagem dura pouco mais de duas horas.
Zakopane
Zakopane é um destino essencialmente de esqui, então a cidade é cheia de vilas charmosas com toda a infraestrutura e vistas de tirar o fôlego.
Os ônibus e trens chegam e partem do mesmo local, e há também um guarda-volumes por lá — sem complicação nenhuma.
Nossa hospedagem na Villa 11 Folk & Design, além do clima aconchegante, contava com uma sala de meditação com espreguiçadeiras, sauna e uma sala de jantar com lanchinhos, chá e café disponíveis 24 horas. A diária saiu por cerca de 80 € com café da manhã incluído.
Vila em Zakopane
O que fazer em Zakopane?
Você pode passear pelas lojinhas do centro, visitar a casa construída de cabeça para baixo, ou acordar bem cedo para fazer uma trilha até o que dizem ser o lago de montanha mais bonito da Europa: o Morskie Oko.
Nós pegamos um tempo horrível, então acabamos refugiados em uma cafeteria.
E agora, como seguir viagem?
Para chegar ao próximo destino, Tatranská Bystrica, é preciso cruzar a fronteira entre a Polônia e a Eslováquia — e aqui mora o desafio. Durante o dia inteiro, passam apenas três micro-ônibus da Leo Express pela fronteira, e eles não passam por Zakopane. Você precisa ir até Dolní Bukowina, onde faz a baldeação para o Leo Express.
Especialmente na temporada de inverno, fique atento: pode parecer que os 15 km de ônibus local de Zakopane até Dolní Bukowina levam apenas 25 minutos, mas nós levamos mais de duas horas por causa de uma estrada congestionada e uma nevasca — e acabamos tendo que passar mais uma noite inesperada do lado polonês.
Caminhada até o ponto de ônibus, 5 km
Esses trajetos locais poloneses não podem ser reservados com antecedência (funcionam mais como transporte urbano), custam 5 PLN (cerca de 1,20 €) e, pelo menos no nosso caso, o motorista saiu 5 minutos antes do horário.
O próprio Leo Express de Dolní Bukowina até Tatranská Bystrica (ou até Poprad) custa 12 € por pessoa.
Lukáš and Lucie recommend
Onde se hospedar nos Tatras poloneses e eslovacos
4 acomodações — hotéis e outras opções de hospedagem
O principal motivo para ir ao lado eslovaco dos Tatras é o Lomnický štít (Pico Lomnický). A subida é feita com dois teleféricos, e para o segundo trecho é preciso reservar o ingresso com antecedência. Não é obrigatório, mas sem reserva pode ser que não consiga lugar a tempo — ou que os ingressos do dia esgotem e a viagem seja em vão. O preço é de 44 € por pessoa, o ingresso pode ser comprado no Gopass.sk, e a saída é direto de Tatranská Bystrica.
Se você acabar ficando preso na Polônia um dia a mais, como nós, perderá sua reserva e não conseguirá remarcar.
Passeio ao Lomnický štít
Para o passeio ao Lomnický štít, reserve pelo menos meio dia. Você pode se hospedar diretamente em Tatranská Bystrica, o que custa no mínimo 80 €, ou seguir até Poprad (cerca de 30 minutos a mais de Leo Express), se hospedar lá — por exemplo no Penzion Darinka por metade do preço — e no dia seguinte pegar o trem elétrico até Tatranská Bystrica (a passagem custa apenas alguns centavos).
Se sair de Poprad antes das oito da manhã e embarcar no teleférico no máximo às onze, você consegue pegar tranquilamente o trem das 14:43 de Tatranská Lomnica até Bratislava. Esse trecho custa 16 € por pessoa.
Se você é estudante e quer viajar de trem pela Eslováquia de graça, precisa solicitar um cartão em qualquer estação ferroviária do país — levando consigo um formulário preenchido e carimbado pela sua instituição de ensino.
Bratislava
Bratislava é uma cidade bonita, mas um pouco mais cara. Vale muito a pena procurar hospedagem pelo Airbnb com antecedência — perto do centro, dá para encontrar opções a partir de 40 €. Nós ficamos no apartamento do Tomáš e recomendamos demais — é difícil encontrar um lugar tão aconchegante e bem equipado por um preço tão acessível. Hotéis, em comparação, costumam custar o triplo.
Para o café da manhã, vá ao bistrô Žufaňa; para um café especial, experimente o Gorilla.sk Urban Space; e como almoço tardio, recomendamos as panquecas absolutamente divinas do Palacinka Lacinka (com direito a uma atmosfera que parece ter saído dos anos 80).
Visite o Castelo de Bratislava, o memorial Slavín e não deixe de conhecer a galeria-apartamento FLAT GALLERY.
Você pode voltar para Praga (ou seguir viagem) no final da tarde, pois trens e ônibus circulam o dia todo. Nós voltamos por volta das seis da tarde, de trem.
Quanto custa afinal?
Nossa versão (mais cara)
Hospedagem — 248 €
Alimentação — 174 €
Transporte — 171 €
Ingressos — 8 €
Teleférico ao Lomnický štít — 88 €
Total: cerca de 690 € (para duas pessoas).
Hospedagem
O custo de transporte não muda muito, mas dá para economizar bastante em hospedagem e alimentação, optando por opções mais em conta.
Nesse caso, o total fica em torno de 500 € (e abaixo de 400 € sem o teleférico).
Como ficaria na versão econômica:
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